Com mais de 80 produções no currículo, Laurie Metcalf é uma veterana da TV e do teatro que, em 2018, viveu tardiamente o momento mais expressivo de sua carreira cinematográfica. Consagrada em inúmeras associações de críticos por seu desempenho em Lady Bird: A Hora de Voar, Metcalf concentra uma imensa parcela do afeto transmitido por esse longa que marca a estreia de Greta Gerwig na direção. Como a mãe da protagonista-título, a atriz busca toda a delicadeza e, principalmente, os contrastes emocionais de uma mãe que, pelas mais diferentes razões, pouco consegue se comunicar com a própria filha. Entre duras exigências maternas e reprimidas demonstrações de carinho, ela encanta ao iluminar, com inteligência e sutileza, as camadas de um papel incrivelmente cotidiano, mas que, por meio de sua performance, torna-se tão complexo, vivo e fascinante quanto a própria vida. Ainda disputavam a categoria: Elizabeth Debicki (As Viúvas), Lesley Manville (Trama Fantasma), Mackenzie Davis (Tully) e Rachel McAdams (Desobiência).
EM ANOS ANTERIORES:2017– Clarisse Abujamra (Como Nossos Pais) |2016– Juliana Paes (A Despedida) |2015– Kristen Stewart (Acima das Nuvens) |2014– Lesley Manville (Mais Um Ano) |2013– Helen Hunt (As Sessões) |2012 – Viola Davis (Histórias Cruzadas) |2011– Amy Adams (O Vencedor) |2010– Marion Cotillard (Nine) |2009– Kate Winslet (O Leitor) |2008– Marcia Gay Harden (O Nevoeiro) |2007– Imelda Staunton (Harry Potter e a Ordem da Fênix)
Guitarrista da banda Radiohead, Jonny Greenwood é, facilmente, uma das grandes revelações dos últimos anos em termos de trilha sonora para o cinema. Tudo graças ao cineasta Paul Thomas Anderson, que, em 2007, lhe confiou a trilha do épico Sangue Negro. A colaboração entre os dois se aperfeiçoou em outros títulos como O Mestre e Vício Inerente, até alcançar a legítima perfeição em Trama Fantasma. Ao longo de 18 composições, Greenwood captura tanto o relacionamento tortuoso entre Reynolds (Daniel Day-Lewis) e Alma (Vicky Krieps) quanto a sofisticação do mundo da alta costura britânica dos anos 1950. Após idealizar a trilha tendo como conceito o tipo de música que o próprio protagonista ouviria, Greenwood apresentou uma trilha que nos conduz por diferentes emoções e reações, como se fosse uma relato com vida própria, mas sem nunca se desvincular do filme em si. Ainda disputavam a categoria: A Forma da Água, O Primeiro Homem, Sem Fôlego e Você Nunca Esteve Realmente Aqui.
EM ANOS ANTERIORES:2017– La La Land: Cantando Estações|2016– Carol|2015– Sicario: Terra de Ninguém|2014– Ela|2013– Gravidade|2012– Tão Forte e Tão Perto|2011 – A Última Estação|2010– Direito de Amar|2009– O Curioso Caso de Benjamin Button|2008– Desejo e Reparação|2007– A Rainha
Dirigido pelo grego Yorgos Lanthimos A Favorita lidera, ao lado do mexicano Roma, de Alfonso Cuarón, a lista de indicados ao Oscar 2019, concorrendo em dez categorias.
Em uma temporada marcada pelo marasmo e pela média aparentemente fraca dos principais concorrentes, o Oscar provou que pode ser muita coisa, menos influenciável em sua lista de indicados. Afinal, em qual outro grande prêmio você vê Bradley Cooper (Nasce Uma Estrela) e Peter Farrelly (Green Book: O Guia) esnobados na categoria de direção para encontrar um mexicano (Alfonso Cuarón), um grego (Yorgos Lanthimos) e um polonês (Pawel Pawlikowski) na disputa? Somente no Oscar. E tal autenticidade já não é de hoje: quer você goste ou não, foi apenas a Academia que, nos últimos anos, proporcionou pérolas como as indicações de Marion Cotillard (Dois Dias, UmaNoite), Charlotte Rampling (45 Anos) e Laura Dern (Livre), além do reconhecimento de Trama Fantasma nas categorias principais. O ano de 2019 é grandioso para a Netflix, que, além de emplacar dez indicações para Roma (incluindo atriz para Yalitza Aparicio e coadjuvante para Marina de Tavira, outra cartada exclusiva da Academia), registrou mais três menções com A Balada de Buster Scruggs, dos irmãos Coen.
No entanto, há de se reconhecer a expressiva força de A Favorita, que lidera a lista ao lado de Roma, mas com uma diferença: enquanto o filme de Alfonso Cuarón não ficou entre os finalistas de montagem (historicamente, é muito raro um filme ganhar a categoria principal sem indicação a montagem), o de Yorgos Lanthimos figura entre todos os segmentos principais, assim como Vice, que concorre em oito categorias. Quem também disputa oito prêmios é Nasce Uma Estrela que, apesar da pompa de ter seu roteiro indicado (aliás, algo simplesmente inexplicável), viu Bradley Cooper fazer a linha Ben Affleck (Argo) e ficar de fora da disputa em direção. Ainda entre os esnobados, duas atrizes ficaram duplamente de fora: Emily Blunt (O Retorno de Mary Poppins e Um Lugar Silencioso) e Nicole Kidman (O Peso do Passado e Boy Erased: Uma Verdade Anulada). Matematicamente, entretanto, há surpresas muito maiores, como Timothée Chalamet não ter emplacado com Querido Menino e John David Washington com Infiltrado na Klan.
O Oscar revelará seus vencedores no dia 24 de fevereiro. Confira a lista completa de indicados:
MELHOR FILME Bohemian Rhapsody A Favorita Green Book: O Guia Infiltrado na Klan Nasce Uma Estrela Pantera Negra Roma Vice
MELHOR DIREÇÃO Adam McKay (Vice) Alfonso Cuarón (Roma) Pawel Pawikowski (Guerra Fria) Spike Lee (Infiltrado na Klan) Yorgos Lanthimos (A Favorita)
MELHOR ATRIZ Glenn Close (A Esposa) Lady Gaga (Nasce Uma Estrela) Melissa McCarthy (Poderia Me Perdoar?) Olivia Colman (A Favorita) Yalitza Aparicio (Roma)
MELHOR ATOR Bradley Cooper (Nasce Uma Estrela) Christian Bale (Vice) Rami Malek (Bohemian Rhapsody) Viggo Mortensen (Green Book: O Guia) Willem Dafoe (No Portal da Eternidade)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Amy Adams (Vice) Emma Stone (A Favorita) Marina de Tavira (Roma) Rachel Weisz (A Favorita) Regina King (Se a Rua Beale Falasse)
MELHOR ATOR COADJUVANTE Adam Driver (Infiltrado na Klan) Mahershala Ali (Green Book: O Guia) Richard E. Grant (Poderia Me Perdoar?) Sam Elliott (Nasce Uma Estrela) Sam Rockwell (Vice)
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL A Favorita No Coração da Escuridão Green Book: O Guia Roma Vice
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO A Balada de Buster Scruggs Infiltrado na Klan Nasce Uma Estrela Poderia Me Perdoar? Se a Rua Beale Falasse
MELHOR FILME ESTRANGEIRO Assunto de Família (Japão) Cafarnaum (Líbano) Guerra Fria (Polônia) Nunca Deixe de Lembrar (Alemanha) Roma (México)
MELHOR DOCUMENTÁRIO Free Solo Hale County: This Morning, This Evening Minding the Gap Of Fathers and Sons RBG
MELHOR ANIMAÇÃO Homem-Aranha no Aranhaverso Ilha dos Cachorros Os Incríveis 2 Mirai WiFi Ralph: Quebrando a Internet
MELHOR TRILHA SONORA Ilha dos Cachorros Infiltrado na Klan Pantera Negra O Retorno de Mary Poppins Se a Rua Beale Falasse
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL “All the Stars” (Pantera Negra) “I’ll Fight” (RBG) “Shallow” (Nasce Uma Estrela) “The Place Where Lost Things Go” (O Retorno de Mary Poppins) “When a Cowboy Trades His Spurs for Wings” (The Ballad of Buster Scruggs)
MELHOR MONTAGEM Bohemian Rhapsody A Favorita Green Book: O Guia Infiltrado na Klan Vice
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO A Favorita Pantera Negra O Primeiro Homem O Retorno de Mary Poppins Roma
MELHOR FOTOGRAFIA A Favorita Guerra Fria Nasce Uma Estrela Nunca Deixe de Lembrar Roma
MELHORES EFEITOS VISUAIS Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível Han Solo: Uma História Star Wars Jogador nº 1 O Primeiro Homem Vingadores: Guerra Infinita
MELHOR FIGURINO A Balada de Buster Scruggs Duas Rainhas A Favorita Pantera Negra O Retorno de Mary Poppins
MELHOR MAQUIAGEM & PENTEADOS Border Duas Rainhas Vice
MELHOR MIXAGEM DE SOM Bohemian Rhapsody Pantera Negra O Primeiro Homem Roma Nasce Uma Estrela
MELHOR EDIÇÃO DE SOM Bohemian Rhapsody Um Lugar Silencioso Pantera Negra O Primeiro Homem Roma
MELHOR CURTA-METRAGEM Detainment Fauve Marguerite Mother Skin
MELHOR CURTA-METRAGEM (DOCUMENTÁRIO) Black Sheep End Game Lifeboat A Night at the Garden Period. End of Sentence
MELHOR CURTA-METRAGEM (ANIMAÇÃO) Animal Behaviour Bao Late Afternoon One Small Step Weekends
Roteiro: Jane Anderson, baseado no romance “The Wife”, de Meg Wolitzer
Elenco: Glenn Close, Jonathan Pryce, Christian Slater, Max Irons, Christian Slater, Harry Lloyd, Annie Starke, Elizabeth McGovern, Johan Widerberg, Karin Franz Körlof, Richard Cordery, Jan Mybrand
The Wife, EUA/Reino Unido/Suécia, 2017, Drama, 100 minutos
Sinopse: Joan Castleman (Glenn Close) é casada com um homem controlador e que não sabe como cuidar de si mesmo ou de outra pessoa. Ele é um escritor e está prestes a receber um Prêmio Nobel de literatura. Joan, que passou 40 anos ignorando seus talentos literários para valorizar a carreira do marido, decide abandoná-lo. (Adoro Cinema)
A Glenn Close que provavelmente mora na sua memória é aquela que interpreta papeis de traços fortes e marcantes. Como não lembrar, afinal, de Alex Forrest em Atração Fatal? Ou então da memorável Marquesa Isabelle de Merteuil em Ligações Perigosas? Na infância de muitas gerações, ela também ficou marcada como Cruella DeVil, a inescrupulosa vilã da adaptação live-action de 101 Dálmatas. Por fim, até mesmo em uma de suas passagens mais célebres pela televisão, Glenn interpretou uma personagem implacável: a emblemática Patty Hewes, advogada que temíamos, admirávamos e questionávamos nas mesmas proporções. Pois, agora, em pleno 2019, o melhor que você pode fazer é esquecer toda essa intensa imagem da atriz para admirá-la de uma maneira bem diferente em A Esposa, onde a vemos introspectiva, discreta e delicada, algo não tão habitual em sua carreira (e que, segundo a própria atriz, é consequência dos tipos de papeis que lhe foram oferecidos ao longo dos anos). De forma isolada, a veterana intérprete já teria nosso voto de confiança ao dar vida a uma mulher que, eternamente à sombra do marido, de repente se vê obrigada a refletir sobre tudo aquilo que lhe fez viver uma vida inteira nos bastidores, mas, em comparação ao filme em si, sua presença é tão grande que nem o fato de A Esposa ser ruim abala tamanha classe. Pelo contrário: se há real complexidade, elegância e delicadeza no projeto do sueco Björn Ruge, é porque Glenn Close toma a missão para si.
Mais interessante na teoria do que na prática, A Esposa trilha o caminho fácil de vilanizar um personagem para que tenhamos compaixão por outro. É bem certo que, do ponto de vista histórico e cultural, a dita soberania masculina tem mesmo intoxicado vidas femininas e relações amorosas, mas o que falta ao roteiro escrito por Jane Anderson, com base no romance “The Wife”, de Meg Wolitzer, é certa substância para acreditarmos que, de alguma forma, a protagonista é ou um dia foi apaixonada pelo marido que pouco carinho lhe dá e que, ao longo dia, trata-a como uma assistente que cuida de seus remédios e horários. Por que, afinal, Joan (Glenn) sempre se submeteu às traições, à vaidade inflada e ao egoísmo desse homem? Quais foram as reais razões que levaram uma escritora de talento na juventude a abdicar da carreira e de sua própria identidade para servi-lo? Anderson, que surpreendentemente parece ter deixado de lado toda a sofisticação dramática que um dia apresentou como roteirista da premiada minissérie Olive Kitteridge, esquece de se debruçar sobre as complexidades da relação entre os dois para, ao invés disso, fazer de Joe (Jonathan Pryce) um mero personagem insuportável que torna a vida de sua esposa uma penitência.
Ao contrário do que A Esposa sugere, é possível sim traçar as complexidades de um relacionamento tóxico sem pegar o atalho fácil de apenas construir figuras antagônicas e quase estereotipadas, como se uma leitura mais clínica de fatos e acontecimentos não fosse necessária. No recente Trama Fantasma, por exemplo, Daniel Day-Lewis vive um estilista misógino e cheio de si que se apaixona por uma mulher muito mais jovem. Inicialmente submissa e sem voz, a garota, ao mesmo tempo em que não consegue largar seu novo amor apesar de tantas agressões emocionais, acaba reivindicado seu espaço, nem que seja de maneira torta e macabra. Tal relação é riquíssima em complexidades no filme de Paul Thomas Anderson porque o roteiro entende a importância de cada mínima dinâmica, sugerindo, cena a cena, todas as razões que separam e aproximam esse casal. Em contraste, isso é apenas protocolar em A Esposa: ainda que utilizando flashbacks para explicar como se deu o início da relação entre Joan e Joe, o filme propriamente dito não convence, algo que frustra o embasamento dramático da obra e dá um trabalho muito ingrato para Jonathan Pryce, um ator que, na medida do possível, tenta dar dimensões a uma figura antipática.
Entrando um pouco mais no roteiro, é decepcionante perceber que versão final do texto tenha mantido tantos aspectos dispensáveis, como a relação de Joe com o filho, que, também escritor, busca desesperadamente a aprovação do pai. Além de Max Irons ser muito ruim no papel, sua participação é rasa, tendo como missão exclusiva conduzir o espectador a uma surpresa artificial e que, do ponto de vista dramático, dilui as discussões da obra ao tirar certos contextos e reflexões do plano da sugestão para a literal verbalização. Além disso, A Esposa tem dificuldade em lidar com tramas secundárias: se Christian Slater está limitadíssimo ao interpretar o estereótipo do jornalista sedento por um escândalo e que não tem outra função a não ser descortinar traumas relacionados ao passado da protagonista, Annie Stark (filha de Glenn Close na vida real) é inexpressiva ao protagonizar flashbacks que, em um roteiro mais esperto, nem existiriam, pois dão conta de acontecimentos que poderiam ser facilmente sintetizados em diálogos mais reveladores e contundentes.
Frente a tudo isso está Glenn Close, que é milimétrica na composição da sua personagem e que confere ao projeto tudo aquilo que lhe falta como um todo. Há momentos marcantes, como o misto de alegria e pesar ao receber a notícia de que seu companheiro será laureado com o prêmio Nobel ou a interiorização de um completo pavor quando testemunha o discurso do marido na cerimônia de homenagem (a título de comparação, não seria surpresa se Glenn revelasse que a cena final de 45 Anos serviu de inspiração para esse momento). Na discrição e na sutileza, a atriz desdobra os anseios e as dúvidas dessa mulher que tenta sempre manter as aparências — e a sequência em que ela precisa manter a pose e as expressões ao ser provocada em em diferentes níveis pelo jornalista de Christian Slater é outro exemplo dos belos contrastes que existem na interpretação da atriz, mas não no longa em si. Boatos dão conta de que A Esposa, exibido desde 2017 em festivais internacionais como o de Toronto, segurou sua data de estreia para poder concorrer ao Oscar e finalmente consagrar Glenn Close após seis indicações. Se conseguirá ou não é outra história, mas, independente disso e da decepção que é o longa, A Esposa marca o que vemos de melhor vindo da atriz em muitos, muitos anos.
Glenn Close e o seu Globo de Ouro por A Esposa: discurso da atriz foi o ponto alto de uma cerimônia interminável, dispersa e pouco conclusiva para a temporada de premiações.
Para quem gosta da surpresa pela surpresa, o Globo de Ouro não desapontou. Afinal, poucas vezes em sua história recente o prêmio outorgado pela Hollywood Foreign Press atirou para todos os lados, premiando todos os filmes que estavam ao seu alcance. Choque maior, no entanto, não houve como o de Bohemian Rhapsody ganhando a categoria de melhor filme dramático. O longa de Bryan Singer é espirituoso e cheio de energia, mas, em nenhum planeta lúcido, é melhor ou mais relevante do que títulos como Pantera Negra ou Infiltrado na Klan.
Sem saber muito o que fazer entre o popular e o autoral, o Globo de Ouro sem dúvida repercute pouco para uma temporada de premiações que parece ser a mais desinteressante em muito tempo. De efetivo mesmo para o cenário geral temos apenas a vitória de uma emocionadíssima Glenn Close (A Esposa), que, com um filme pequeno e independente, puxou o freio de mão da celebrada trajetória que Lady Gaga vinha trilhando até então com Nasce Uma Estrela. Se hoje há uma adversária à altura para Glenn, essa parece ser Olivia Colman (AFavorita), que muito provavelmente será indicada ao BAFTA de melhor atriz, ostentando desde já o título de favorita ao prêmio britânico.
Há de se considerar também um novo momento para Rami Malek (Bohemian Rhapsody), responsável por tirar uma celebração até então tida como certa para Bradley Cooper (Nasce Uma Estrela) em melhor ator. De resto, pouco pode ser diagnosticado, inclusive nas categorias de atuação, já que a vencedora Regina King (Se a Rua Beale Falasse) em atriz coadjuvante não concorre ao Screen Actors Guild Awards e que o também coadjuvante Mahershala Ali (Green Book: O Guia) venceu somente agora o Globo de Ouro que ele não havia levado por Moonlight: Sob a Luz do Luar. Futuramente, o SAG poderá nos indicar se a temporada segue na indefinição (o que seria um alento em comparação aos resultados tediosamente previsíveis do ano passado) ou se teremos movimentos mais consolidados daqui para frente.
Confira abaixo a lista completa de vencedores:
CINEMA
MELHOR FILME DRAMA: Bohemian Rhapsody MELHOR FILME COMÉDIA/MUSICAL: Green Book: O Guia MELHOR DIREÇÃO: Alfonso Cuarón (Roma) MELHOR ATRIZ DRAMA: Glenn Close (A Esposa) MELHOR ATOR DRAMA: Rami Malek (Bohemian Rhapsody) MELHOR ATRIZ COMÉDIA/MUSICAL: Olivia Colman (A Favorita) MELHOR ATOR COMÉDIA/MUSICAL: Christian Bale (Vice) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Regina King (Se a Rua Beale Falasse) MELHOR ATOR COADJUVANTE: Mahershala Ali (Green Book: O Guia) MELHOR ANIMAÇÃO: Homem-Aranha no Aranhaverso MELHOR FILME ESTRANGEIRO: Roma (México) MELHOR ROTEIRO: Green Book: O Guia MELHOR CANÇÃO ORIGINAL: “Shallow” (Nasce Uma Estrela) MELHOR TRILHA SONORA: O Primeiro Homem
SÉRIES, MINISSÉRIES E TELEFILMES
MELHOR SÉRIE DRAMA: The Americans MELHOR SÉRIE COMÉDIA/MUSICAL: The Kominsky Method MELHOR MINISSÉRIE/TELEFILME: The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story MELHOR ATRIZ DRAMA: Sandra Oh (Killing Eve) MELHOR ATOR DRAMA: Richard Madden (Bodyguard) MELHOR ATRIZ COMÉDIA/MUSICAL: Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel) MELHOR ATOR COMÉDIA/MUSICAL: Michael Douglas (The Kominsky Method) MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE/TELEFILME: Patricia Arquette (Escape at Dannemora) MELHOR ATOR MINISSÉRIE/TELEFILME: Darren Criss (The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE/MINISSÉRIE/TELEFILME: Patricia Clarkson (Sharp Objects) MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE/MINISSÉRIE/TELEFILME: Ben Whishaw (A Very English Scandal)