Melhores de 2018 – Atriz Coadjuvante

Com mais de 80 produções no currículo, Laurie Metcalf é uma veterana da TV e do teatro que, em 2018, viveu tardiamente o momento mais expressivo de sua carreira cinematográfica. Consagrada em inúmeras associações de críticos por seu desempenho em Lady Bird: A Hora de Voar, Metcalf concentra uma imensa parcela do afeto transmitido por esse longa que marca a estreia de Greta Gerwig na direção. Como a mãe da protagonista-título, a atriz busca toda a delicadeza e, principalmente, os contrastes emocionais de uma mãe que, pelas mais diferentes razões, pouco consegue se comunicar com a própria filha. Entre duras exigências maternas e reprimidas demonstrações de carinho, Metcalf encanta ao iluminar, com inteligência e sutileza, as camadas de um papel incrivelmente cotidiano, mas que, por meio de sua performance, torna-se tão complexo, vivo e fascinante quanto a própria vida. Ainda disputavam a categoria: Elizabeth Debicki (As Viúvas), Lesley Manville (Trama Fantasma), Mackenzie Davis (Tully) e Rachel McAdams (Desobiência).

EM ANOS ANTERIORES: 2017 – Clarisse Abujamra (Como Nossos Pais) | 2016 – Juliana Paes (A Despedida| 2015 – Kristen Stewart (Acima das Nuvens| 2014 – Lesley Manville (Mais Um Ano) | 2013 – Helen Hunt (As Sessões| 2012 – Viola Davis (Histórias Cruzadas| 2011 – Amy Adams (O Vencedor| 2010 – Marion Cotillard (Nine| 2009 – Kate Winslet (O Leitor| 2008 – Marcia Gay Harden (O Nevoeiro| 2007 – Imelda Staunton (Harry Potter e a Ordem da Fênix)

2 comentários em “Melhores de 2018 – Atriz Coadjuvante

  1. Das suas indicadas, não conferi as atuações de Lesley Manville e de Rachel McAdams, mas concordo plenamente com sua escolha de vencedora – que, curiosamente, foi a mesma que a minha. Acho até que Laurie Metcalf foi roubada no último Oscar. Ela deveria ter vencido a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante no lugar de Allison Janney.

    • Kamila, eu também acho que a Laurie Metcalf foi roubada no último Oscar. Tenho imensa admiração por Allison Janney, mas nem de longe aquela interpretação em “Eu, Tonya” se equipara em força e emoção com a de Metcalf em “Lady Bird”.

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