Cinema e Argumento

Viola Davis define “A Mulher Rei” como a sua magnum opus — e é fácil entender o motivo

We have a weapon that they are not prepared for.

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Direção: Gina Prince-Bythewood

Roteiro: Dana Stevens e Maria Bello

Elenco: Viola Davis, Lashana Lynch, John Boyega, Hero Fiennes Tiffin, Sheila Atim,
Shaina West, Jordan Bolger, Jayme Lawson, Jimmy Odukoya, Masali Baduza, Thando Dlomo, Angélique Kidjo, Chioma Antoinette Umeala, Sivuyile Ngesi

The Woman King, EUA/Canadá, Ação, 135 minutos

Sinopse: Um épico histórico inspirado em fatos reais ocorridos no Reino do Daomé, um dos estados mais poderosos da África nos séculos XVIII e XIX. A história segue Nanisca (Viola Davis), general da unidade militar feminina, e Nawi (Thuso Mbedu), uma recruta ambiciosa, que juntas lutaram contra os franceses e tribos vizinhas que violaram sua honra, escravizaram seu povo e ameaçaram destruir tudo pelo que viveram.

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Tidas como mulheres altas, musculosas, de pele clara e cabelos compridos e negros, as Amazonas sempre habitaram o imaginário de Viola Davis como a representação máxima da presença feminina em campos de batalha. Seu ponto de referência, entretanto, passou a ser outro quando Viola recebeu o convite para fazer A Mulher Rei. A atriz ficou tão estupefata com a descoberta das Agojies, guerreiras negras que formavam o exército feminino do reino de Daomé na África, que o aceite para embarcar no projeto veio em um piscar de olhos, abrindo portas para uma viagem transformadora que hoje Viola diz ser a sua magnum opus — ou seja, a sua obra-prima, a sua grande arte de valor excepcional até aqui.

Bastam poucos minutos de projeção para entendermos as razões que levaram Viola a fazer uma afirmação tão contundente em uma carreira já repleta de trabalhos excepcionais. Isso porque é muito potente a imagem de Nanisca (Viola) se revelando para uma batalha junto ao seu exército de Agojies. Elas — não apenas mulheres altas ou fortes, mas de todos os portes e personalidades — partem para a luta com imensa garra, em uma sequência de ação devidamente calibrada em realismo e visceralidade. Mais do que isso, esse momento que abre A Mulher Rei já deixa muito claro que, para além do entretenimento, o filme chega aos cinemas para reescrever a história e redesenhar incontáveis imaginários.

A sequência de ação, no entanto, não é um sinal de que o longa Gina Prince-Bythewood será o típico blockbuster abarrotado de adrenalina e fórmulas fáceis. Vários elementos do gênero estão ali — a jornada de transformação da protagonista, a construção de uma nova heroína, um plot twist no meio disso tudo para ressignificar sentimentos —, só que A Mulher Rei é bem mais espirituoso do que a expressiva parcela de superproduções que povoam as salas de cinema de maneira desproporcional, começando pela ideia de apresentar as Agojies como mulheres que entendem o seu próprio valor e força em uma sociedade que lhe dá status por serem exatamente aquilo que elas são.

A autoestima das Agojies é contagiante nesta história de narrativa reversa para o ponto de vista hollywoodiano. Em A Mulher Rei, o povo africano é o detentor da narrativa, enquanto os colonizadores estão apenas de passagem por Dahome, que, por sinal, é retratado como um reino comprometido com o progresso e novas ideias. Para povoar esta terra, o roteiro de Dana Stevens coloca em cena personagens muito maiores do que a definição de “protagonistas fortes”. Da Nanisca de Viola Davis até a Izogie de Lashana Lynch, as Agojies são todas mulheres com nuances e camadas emocionais. Humanas antes de qualquer coisa, capazes de redefinir o que significa ser forte. Essa é uma diferença brutal em comparação aos blockbusters com personagens prontos e nivelados entre si.

Quem tiver a sensibilidade para apreciar detalhes como esses certamente será capaz de relevar, por exemplo, a forma superficial com que A Mulher Rei estabelece os conflitos políticos da trama, cometendo inclusive o equívoco de transformar a mulher do rei em uma figura unidimensional e antagonista em sua vaidade. Tal tratamento não condiz com o propósito do roteiro de dar dimensão a personagens que nunca parecem iguais. É nas pequenas fragilidades do texto que Gina Prince-Bythewood também sugere não ser necessariamente uma diretora de grandes ideias, constatação atenuada pelo fato de que, apesar disso, o filme como um todo é conduzido com bom pulso por ela.

Curiosamente, mesmo os pecadilhos de A Mulher Rei acabam por servir ao propósito de um filme que, com essa dimensão, deseja alcançar um número grande de espectadores. Talvez seja o lado mais “acessível” de um projeto autêntico da técnica à essência, mas que, com frequência, encontra uma maneira de fazer coisas diferentes, como a de não pesar a mão na quantidade de cenas de ação e a de transformar até mesmo uma reviravolta novelesca em um comovente elemento de redenção e reparação histórica. Viola, que está na dianteira, fortalece tudo isso, e traz ao projeto o simbolismo que ela própria vem cultivando para si nos últimos anos como atriz — o de ser uma agente da transformação através da arte, nada menos do que um papel simplesmente imbatível.

Envolto em rumores, “Não Se Preocupe, Querida” carece de personalidade e ideias próprias

Everyone’s acting like I’m crazy.

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Direção: Olivia Wilde

Roteiro: Carey Van Dyke, Katie Silberman e Shane Van Dyke

Elenco: Florence Pugh, Harry Styles, Chris Pine, Gemma Chan, Olivia Wilde, Kate Berlant, Nick Kroll, Timothy Simmons, Sydney Chandler, Douglas Smith, Dita Von Teese, KiKi Layne, Kaleigh Krause, Asif Ali, Monroe Cline, Wylie Anderson

Don’t Worry, Darling, EUA, 2022, Drama/Suspense, 122 minutos

Sinopse: Uma dona de casa (Florence Pugh) que vive em uma comunidade experimental começa a suspeitar que a empresa de seu marido (Harry Styles) está escondendo segredos perturbadores.

DON'T WORRY DARLING

A máxima de que nunca é um bom sinal quando fofocas repercutem mais do que o filme em si volta a se confirmar com Não Se Preocupe, Querida, que foi alvo até mesmo de especulações sobre uma possível cuspida do astro Harry Styles em seu colega de elenco Chris Pine no último Festival de Veneza. Vem ainda da época de filmagens as confusões tão alimentadas pela internet e pela imprensa, mas, como sempre, o que resta a ser avaliado é a obra em si — e, neste caso, Não Se Preocupe, Querida tem quase nada a dizer.

Com um argumento pífio e descaradamente plagiado de As Esposas de Stepford, de 1975 e refilmado em 2004 com Nicole Kidman sob o novo título de Mulheres Perfeitas, o roteiro assinado a seis mãos por Carey Van Dyke, Katie Silberman e Shane Van Dyke sequer consegue tirar proveito da eventual leitura crítica que poderia fazer sobre um mundo artificial em que mulheres vivem para servir seus maridos. Ao contrário, o conflito aqui é apenas o de uma protagonista às voltas com a suspeita de que algo está sendo escondido, seja lá o que for.

Sem entender o potencial das simbologias presentes em seu próprio projeto, Não Se Preocupe, Querida termina por descambar para o clichê da mulher em busca da verdade para provar que não está louca. Para tanto, repete alucinações de forma exaustiva e inventa desculpas medíocres para a história evoluir minimamente. Afinal, como levar a sério a ideia de que uma mulher, por exemplo, percorreria sozinha uma escaldante estrada de chão batido e infinito apenas porque ficou preocupada ao ver um avião caindo no outro lado da montanha?

É um tanto chocante que, sendo uma mulher, Olivia Wilde tenha deixado o longa resvalar em uma leitura deveras antiquada de gênero. E não há recompensa no looping de paranoia da protagonista, pois, ao longo de quase duas horas, Não Se Preocupe, Querida não entrega novos elementos para que o espectador possa se envolver na construção de descobertas ou soluções. Tudo é somente um interminável cacoete para que, faltando 15 ou 20 minutos, o roteiro despeje de uma vez só respostas e reviravoltas.  

Chamo de cacoete e não de exercício porque Wilde pouco cria em cima dos destacados trabalhos de design de produção e fotografia. Assumidamente inspirada em filmes como O Show de Truman e A Origem, ela tem alcance estético e conceitual limitado apenas a um ponto de partida que não vai a lugar algum e que é constantemente preenchido por distrações, a exemplo de uma sequência cansativa e dispensável em que Harry Styles faz uma apresentação de dança. Fica evidente que suas ideias fluem muito melhor quando as intenções são mais genuínas e o orçamento é três ou vezes menor como em Fora de Série, seu longa-metragem de estreia como diretora.

O único vislumbre real de dedicação e do mínimo de nuances está no desempenho de Florence Pugh, atriz que já provou ser boa o suficiente para sair ilesa de enrascadas como essa. Deslumbrante sem fazer esforço, Pugh mostra que só sai de casa para mergulhar de verdade em suas personagens, mesmo quando a água é rasa. São mil e um os malabarismos feitos por ela para vencer o roteiro vazio, a falta de atmosfera e a química inexistente com Harry Styles, que substituiu Shia Labeouf e nem chega a ser tão prejudicial na bagunça maior que é Não Se Preocupe, Querida como um todo.

Quando revela as peças finais do quebra-cabeça, o filme chuta de vez o balde e perde qualquer ambição de entregar algo consistente. Não estou falando da previsível frustração envolvendo a resolução principal, mas sim da pequena ação desenfreada que tenta encenar e, principalmente, das micro reviravoltas envolvendo personagens que, de uma hora para outra, descortinam ambições e motivações nunca antes sugeridas ou, então, dramas pessoais apresentados de última hora para inocentar personagens passíveis de julgamentos por suas atitudes.

Se Não Se Preocupe, Querida foi impulsionado até aqui por fofocas de bastidores, é bem provável que, chegando aos cinemas, caia no esquecimento, pois sua falta de entrega em termos de entretenimento, mistério e envolvimento é das mais alarmantes. Hoje aparentemente evitada por Florence Pugh como o diabo foge da cruz, Olivia Wilde sai do filme como a mais prejudicada. Além da imagem como diretora conturbada nos bastidores, ela aqui tem a proeza de fazer com que o espectador fique em dúvida se os elogios colecionados por Fora de Série talvez não se tratem de uma sortuda exceção.

Homenageando David Bowie, “Moonage Daydream” captura a essência de um personagem como poucos documentários conseguem

The greatest adventure that only one person could ever have.

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Direção: Brett Morgen

Roteiro: Brett Morgen

Alemanha/EUA, Documentário, 135 minutos

Sinopse: Moonage Daydream é um documentário-concerto que segue a vida e a carreira musical de David Bowie. O filme explora a jornada criativa, musical e espiritual do artista icônico e ilumina não apenas a vida, mas também a personalidade de Bowie, que além de atuar em música e cinema, explorou outras formas de arte ao longo de sua vida, incluindo dança, pintura, escultura, colagem, audiovisual, roteiro, atuação e teatro. Para criar uma experiência artística, a obra apresenta faixas musicais e arquivos pessoais de Bowie, além de registros inéditos.

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Guardados os méritos e afetos envolvendo documentários sobre músicos contemporâneos, nada consegue competir com produções desse mesmo gênero que tomam o devido tempo e a devida perspectiva para fazer reverência a uma obra. É óbvio que o tão digitalizado século 21 clama pela instantaneidade de registrar o íntimo de astros em ascensão, mas há grandiosidades que só nascem e são observadas com o passar do tempo, algo que Moonage Daydream exemplifica gloriosamente.

Talvez só o tempo mesmo seja capaz de dar conta de uma figura como David Bowie para além do sucesso estrondoso que já podia ser observado ao longo de sua carreira. Olhar para o homem e para o legado se torna uma tarefa ainda mais difícil se tratando de Bowie, que sempre jogou para o alto quaisquer regras e nunca teve medo de se arriscar, seja no plano profissional ou pessoal. Pior ainda: como definir um artista que sempre rejeitou definições?

Somente na sala de edição, o diretor Brett Morgen ficou quatro anos debruçado sobre incontáveis imagens e entrevistas de Bowie. Sua paixão pela ideia de realizar Moonage Daydream foi tanta que, pela primeira vez, o David Bowie Estate, instituto responsável pela preservação oficial da obra do música, concedeu acesso sem precedentes à extensa coleção, um privilégio raríssimo.

Brett canalizou toda a sua admiração por Bowie em criar um documentário que fosse, principalmente, uma ode à essência de um artista sempre em plena metamorfose. Esse posicionamento faz de Moonage Daydream uma obra que, portanto, dispensa cartilhas e propõe uma experiência. Ou seja, esqueça depoimentos de amigos e familiares, cronologias de álbuns, registros da infância ou ferramentas mais alinhadas a uma reportagem televisiva.

Em 135 minutos, o documentário traz David Bowie por David Bowie, como se ele estivesse narrando a sua própria história conforme ela passa. Entre depoimentos e entrevistas históricas, como aquela concedida em 1973 para Russell Harty, a sua primeira inteiramente televisionada, a montagem se propõe a emular o imaginário de seu personagem com trechos de shows, animações, efeitos visuais e muitas referências, jamais recorrendo ao óbvio.

A efervescência de referências apresentadas em Moonage Daydream vão de Georges Méliès a Philip Glass, de F. W. Murnau a Jack Kerouac, e são diversão garantida para quem aceitar o desafio de tentar identificá-las no ritmo assumidamente frenético do documentário, que revela, no final das contas, uma visão muito particular sobre a vida, inclusive provocando o espectador a reavaliar questões existenciais e a questionar os tempos atuais.

Brett Morgen é habilidoso ao falar sobre a vida através de um legado, muito em função de Bowie sempre ter sido uma pessoa que, mesmo reconhecendo sua inabilidade social, tinha reflexões e provocações de sobra para compartilhar sobre o estado das coisas. Em certo ponto, Bowie diz que sempre gostou de se colocar em riscos para, a partir daí, ver a arte e o mundo fora de sua zona de conforto. Essa visão em constante mudança do mundo — literalmente, pois ele se desafiou a morar em realidades diferentes da sua, seja nos Estados Unidos ou no Japão — é o que dá combustível ao lado existencial da obra.

Tão importante quanto as subversões do cantor que a mídia, desde sempre fascinada e desconfortável com o novo, tentava enquadrar em frases prontas ou colocar em caixinhas é o respeito de Moonage Daydream pelo David Bowie que, mais além, decidiu abraçar o amor romântico que um dia chamou de doença e abraçou uma fase cuja maior pretensão era “apenas” agradar o público. O que os jornalistas taxaram de domesticação, para ele, era uma nova compreensão de si mesmo e de como as coisas mudam ao longo da vida.

A trilha sonora inevitavelmente primorosa — Heroes!, Life on Mars!, Let’s Dance! — pavimenta essa viagem caleidoscópica, para não escapar do termo já definitivo para falar sobre o filme. Ela é tão enérgica que impulsiona Moonage Daydream mesmo quando o filme se prolonga e corre o risco de pesar a mão no frenesi ao quase não dar espaço para silêncios e respiros. Para além disso, casa perfeitamente com o vistoso e dedicado trabalho estético de um diretor que consegue equilibrar fan service com novas ideias. Mais artistas mereciam homenagens como essa.

Os vencedores do Emmy 2022

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Matthew Macfadyen e seu merecido Emmy de melhor ator coadjuvante por Succession.

Succession não perdeu o seu reinado entre os votantes do Emmy, assim como The White Lotus confirmou um merecido favoritismo, mas, à parte as consagrações para a HBO, a cerimônia deste ano foi marcada por um perfil mais distributivista. Foram quatro prêmios para a Apple TV+, dois para a Hulu, três para a Netflix e um para o Prime Video, enquanto a HBO levou para casa 12 estatuetas, isolada em primeiro lugar. O que se apresentou foi o reflexo de um ano pouco efervescente, inclusive para a própria Succession, que perigou perder a mão e o equilíbrio em uma temporada repetitiva. Gosto muito, no entanto, de uma das melhores surpresas da noite: o prêmio de melhor coadjuvante para Matthew Macfadyen, o ator mais subestimado do prestigiado elenco e dono de um personagem difícil de compor.

Talvez Macfadyen tenha sido a surpresa máxima de uma lista sem ousadias, mesmo nos prêmios para Squid Game, que comprovaram o quanto os votantes seguem profundamente afeitos a grandes sucessos de público. Em contraponto, é difícil colocar em xeque vitórias como as de Jean Smart por Hacks e a de Julia Garner por Ozark, muito menos todos aqueles que The White Lotus levou com muita justiça. Elas são belos exemplos de como excelentes concorrentes devem ser premiados, sim, independentemente de quantas estatuetas já tenham levado. Por fim, encerro com a minha maior dor: ver o Emmy deixar Laura Linney sem um prêmio sequer por Ozark. Não testemunho o que Zendaya faz em Euphoria, mas a Wendy Byrde de Linney está entre as protagonistas mais fascinantes deste século 21 até aqui, do tipo que ainda renderá muitas análises e que pode muito bem servir de modelo para construção e evolução de personagens.

Confira os vencedores:

MELHOR SÉRIE DE DRAMASuccession
MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA: Ted Lasso
MELHOR MINISSÉRIE OU ANTOLOGIAThe White Lotus
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA: Zendaya (Euphoria)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA: Lee Jung-jae (Squid Game)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA: Julia Garner (Ozark)
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA: Matthew Macfadyen (Succession)
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA: Jean Smart (Hacks)
MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA: Jason Sudeikes (Ted Lasso)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA: Sheryl Lee Ralph (Abbott Elementary)
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA: Brett Goldstein (Ted Lasso)
MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV: Amanda Seyfried (The Dropout)
MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV: Michael Keaton (Dopesick)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV: Jennifer Coolidge (The White Lotus)
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV: Murray Bartlett (The White Lotus)
MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE DRAMA: Hwang Dong-hyuk (Squid Game, episódio Red Light, Green Light)
MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE DRAMA: Jesse Armstrong (Succession, episódio All the Bells Say)
MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE COMÉDIA: MJ Delaney (Ted Lasso, episódio No Weddings and a Funeral)
MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE COMÉDIA: Quinta Brunson (Abbott Elementary, episódio Pilot)
MELHOR DIREÇÃO EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV: Mike White (The White Lotus)
MELHOR ROTEIRO EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV: Mike White (The White Lotus)

Apostas para o Emmy 2022

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Missão difícil a de prever os vencedores do Emmy 2022. Muito se deve ao fato de que houve pouca renovação entre as séries celebradas nesta última temporada de premiações, com favoritismos novamente concentrados em Succession, hits fortalecidos como Squid Game e produções que parecem finalmente ter uma chance de ter a devida atenção, caso da até aqui subestimada The White Lotus. Verdade seja dita que também não se trata de um ano superlativo para as séries veteranas, o que embola ainda mais o meio de campo e, no caso de quem costuma fazer apostas, torna a cerimônia mais instigante de se assistir. A transmissão acontece a partir das 21h (horário de Brasília) na TNT.

Abaixo, um compilado de palpites:

MELHOR SÉRIE DE DRAMASuccession / alt: Squid Game
MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA: Abbott Elementary / alt: Ted Lasso
MELHOR MINISSÉRIE OU ANTOLOGIA: The White Lotus / alt: Dopesick
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA: Melanie Lynskey (Yellowjackets) / alt: Laura Linney (Ozark)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA: Jeremy Strong (Succession) / alt: Lee Jung-jae (Squid Game)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA: Julia Garner (Ozark) / alt: Sarah Snook (Succession)
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA: Kieran Culkin (Succession) / alt: Christopher Walken (Severance)
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA: Jean Smart (Hacks) / alt: Quinta Brunson (Abbott Elementary)
MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA: Jason Sudeikes (Ted Lasso) / alt: Bill Hader (Barry)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA: Sheryl Lee Ralph (Abbott Elementary) / alt: Janelle James (Abbott Elementary)
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA: Tyler James Williams (Abbott Elementary) / alt: Tony Shalhoub (The Marvelous Mrs. Maisel)
MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV: Amanda Seyfried (The Dropout) / alt: Lily James (Pam & Tommy)
MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV: Colin Firth (The Staircase) / alt: Michael Keaton (Dopesick)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV: Jennifer Coolidge (The White Lotus) / alt: Kaitlyn Dever (Dopesick)
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV: Murray Bartlett (The White Lotus) / alt: Peter Sarsgaard (Dopesick)
MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE DRAMA: Mark Mylod (Succession, episódio All the Bells Say) / alt: Jason Bateman (Ozark, episódio A Hard Way to Go)
MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE DRAMA: Jesse Armstrong (Succession, episódio All the Bells Say) / alt: Hwang Dong-hyuk (Squid Game, episódio One Lucky Day)
MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE COMÉDIA: Cherien Dabis (Only Murders in the Building, episódio The Boy From 6B) / alt: MJ Delaney (Ted Lasso, episódio No Weddings and a Funeral)
MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE COMÉDIA: Quinta Brunson (Abbott Elementary, episódio Pilot) / alt: Jen Statsky, Lucia Aniello e Paul W. Downs (Hacks, episódio The One, The Only)
MELHOR DIREÇÃO EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV: Mike White (The White Lotus) / alt: Michael Showalter (The Dropout, episódio Green Juice)
MELHOR ROTEIRO EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV: Mike White (The White Lotus) / alt: Molly Smith Metzler (Maid, episódio Snaps)

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