Cinema e Argumento

SAG 2013: apostas (atualizado com vencedores)

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A próxima parada da temporada 2013 de premiações é o Screen Actors Guild Awards, que acontece nesse domingo (27). Aqui no Brasil, a transmissão da cerimônia fica com a TNT, a partir das 23h. E o Cinema e Argumento, claro, não pode deixar de fazer suas apostas. Importante lembrar que o SAG, apesar de ser votado exclusivamente por atores, não é necessariamente decisivo na corrida pelo Oscar: ano passado, Viola Davis foi a melhor atriz por Histórias Cruzadas enquanto Meryl Streep ficou com o Oscar por A Dama de Ferro, por exemplo.

Outro detalhe a ser considerado é que muitos dos atores oscarizados que concorrem ao SAG não tem o prêmio mais almejado da noite de amanhã: nomes como Sally Field, Maggie Smith, Robert De Niro e Marion Cotillard não possuem a estatueta em casa (Sally tem apenas pelo seriado Brothers & Sisters). Sem falar que o prêmio adora uma veterana (lembram das infinitas vitórias de Betty White e do ano que esnobaram Cate Blanchett e Tilda Swinton para premiar Ruby Dee por O Gângster?).

Por fim, também não podemos esquecer que, para o SAG, o prêmio de melhor elenco pode significar melhor filme (só isso para explicar a derrota de Dúvida para Quem Quer Ser Um Milionário?, anos atrás). Enfim, tudo está bem encaminhado para amanhã (e tudo o que falamos pode se mostrar irrelevante), mas é sempre bom ficar de olho em possíveis surpresas. Abaixo, nossos palpites para as categorias de cinema:

MELHOR ELENCO: O Lado Bom da Vida / alt: Lincoln

Argo foi o vencedor da noite. Surpresa? Não mais. E agora: o Oscar se rende e assume que errou premiando Argo como melhor filme ou dá uma de Crash, ignora todo mundo e vai de Lincoln mesmo? Façam suas apostas!

MELHOR ATOR: Daniel Day-Lewis (Lincoln) / alt: não tem

Daniel Day-Lewis. That’s all.

MELHOR ATRIZ: Jessica Chastain (A Hora Mais Escura) / alt: Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida)

O prêmio foi para Jennifer Lawrence, o que não dá para ser considerado uma surpresa. Nova estrela por nova estrela, Lawrence é mais conhecida do que Chastain e sua estrada até agora é mais interessante (foi a luz do sonolento Inverno da Alma), com trabalhos autorais e outros mais comerciais. A disputa continua entre ela e Chastain, mas, agora, com o SAG, suas chances são bem maiores. E ela tem Harvey Weinstein ao seu lado. Ou seja…

MELHOR ATOR COADJUVANTE: Philip Seymour Hoffman (O Mestre) / alt: Tommy Lee Jones (Lincoln)

Primeira vez que Tommy Lee Jones confirma seu suposto favoritismo para o Oscar. Não me entusiasmo tanto com seu desempenho (recentemente, também fez o mesmo papel de senhor rabugento em Um Divã Para Dois), mas a disputa continua incerta, já que Philip Seymour Hoffman venceu o Critics’ Choice e Christoph Waltz o Globo de Ouro. Nada é certo ainda. Não será surpresa alguma qualquer um deles vencendo o Oscar.

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Anne Hathaway (Os Miseráveis) / alt: Sally Field (Lincoln)

Já dá para entregar o Oscar para a Anne Hathaway? Ganhou o Critics’ Choice, o Globo de Ouro e agora o SAG. Só uma macumba muito forte pra ela não vencer tudo nessa temporada. E a cena de I Dreamed a Dream já está destinada a ser o grande momento de sua carreira. E não precisa nem ver o filme para deduzir isso.

Melhores de 2012: indicados

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“007 – Operação Skyfall” lidera a lista de melhores de 2012 do Cinema e Argumento

Já é tradição no Cinema e Argumento escolher quais os filmes que mais se destacaram ao longo do ano em várias categorias. E, para escolhermos os melhores de 2012, resolvemos adotar um procedimento diferente. Ao invés de anunciarmos os indicados e vencedores a cada post, publicamos agora apenas a lista completa de indicados para, posteriormente, divulgarmos apenas os vencedores. Uma tentativa de aumentar o suspense, digamos assim.

Lembrando que nossas escolhas contemplam apenas os filmes inéditos lançados comercialmente no Brasil durante o ano em questão, tanto nos cinemas quanto em home video. Também vale ressaltar que nós decidimos em qual categoria certos casos “polêmicos” se enquandram: entendemos, por exemplo, que, apesar de 007 – Operação Skyfall ser baseado no personagem criado por Ian Fleming, isso não define o roteiro como adaptado. Oara nós, o que vale é a história. Por falar no filme de Sam Mendes, ele lidera a nossa lista, com oito indicações, seguido por O Impossível com sete e Guerreiro, Holy MotorsPrecisamos Falar Sobre o Kevin com cinco cada.

OBS: durante a próxima semana, estaremos de férias. Voltamos no dia 27, com nossas apostas para o SAG 2013. Até lá! =)

MELHOR FILME

007 – Operação Skyfall
Argo
Guerreiro
Precisamos Falar Sobre o Kevin
A Separação

MELHOR DIREÇÃO

Ben Affleck (Argo)
Gavin O’Connor (Guerreiro)
Leos Carax (Holy Motors)
Lynne Ramsay (Precisamos Falar Sobre o Kevin)
Sam Mendes (007 – Operação Skyfall)

MELHOR ATRIZ

Charlize Theron (Jovens Adultos)
Glenn Close (Albert Nobbs)
Meryl Streep (A Dama de Ferro)
Michelle Williams (Sete Dias Com Marilyn)
Tilda Swinton (Precisamos Falar Sobre o Kevin)

MELHOR ATOR

Denis Lavant (Holy Motors)
George Clooney (Os Descendentes)
Jean Dujardin (O Artista)
Rodrigo Santoro (Heleno)
Tom Holland (O Impossível)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Janet McTeer (Albert Nobbs)
Judi Dench (007 – Operação Skyfall)
Sandra Bullock (Tão Forte e Tão Perto)
Shailene Woodley (Os Descendentes)
Viola Davis (Histórias Cruzadas)

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Ewan McGregor (O Impossível)
Ezra Miller (As Vantagens de Ser Invisível)
Javier Bardem (007 – Operação Skyfall)
Max Von Sydow (Tão Forte e Tão Perto)
Nick Nolte (Guerreiro)

MELHOR ELENCO

Guerreiro
Histórias Cruzadas
O Impossível
Moonrise Kingdom
A Separação

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

007 – Operação Skyfall
Holy Motors
Moonrise Kingdom
A Separação
Weekend

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

Argo
Frankenweenie
Heleno
Precisamos Falar Sobre o Kevin
As Vantagens de Ser Invisível

MELHOR ANIMAÇÃO

As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne
Frankenweenie

O Mundo dos Pequeninos

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
O Impossível
A Invenção de Hugo Cabret
Moonrise Kingdom
Prometheus

MELHOR FIGURINO

O Artista
Histórias Cruzadas
A Invenção de Hugo Cabret
Jane Eyre
W.E. – O Romance do Século

MELHOR FOTOGRAFIA

007 – Operação Skyfall
As Aventuras de Pi
Heleno
A Invenção de Hugo Cabret
Moonrise Kingdom

MELHORES EFEITOS VISUAIS

As Aventuras de Pi
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
O Impossível
Prometheus
Os Vingadores

MELHOR TRILHA SONORA

As Aventuras de Pi
O Impossível
Jane Eyre
Tão Forte e Tão Perto
W.E. – O Romance do Século

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

“Lay Your Head Down” (Albert Nobbs)
“Masterpiece” (W.E. – O Romance do Século)
“Skyfall” (007 – Operação Skyfall)
“Strange Love” (Frankenweenie)
“Who Were We?” (Holy Motors)

MELHOR MONTAGEM

Argo
Guerreiro
O Homem Que Mudou o Jogo
Millenium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres
Precisamos Falar Sobre o Kevin

MELHOR EDIÇÃO/MIXAGEM DE SOM

007 – Operação Skyfall
Drive
O Homem Que Mudou o Jogo
Millenium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres
O Mundo dos Pequeninos

MELHOR MAQUIAGEM

A Dama de Ferro
Holy Motors
O Impossível

As Vantagens de Ser Invisível

Right now we are alive and in this moment I swear we are infinite.

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Direção: Stephen Chbosky

Roteiro: Stephen Chbosky, baseado em romance homônimo de autoria própria

Elenco: Logan Lerman, Ezra Miller, Emma Watson, Paul Rudd, Dylan McDermott, Johnny Simmons, Kate Walsh, Nina Dobrev, Nicholas Braun, Adam Hagenbuch, Erin Wilhelmi, Zane Holtz, Reece Thompson, Landon Pigg

The Perks of Being a Wallflower, EUA, 2012, Drama, 102 minutos

Sinopse: Charlie (Logan Lerman) é um jovem que tem dificuldades para interagir em sua nova escola. Com os nervos à flor da pele, ele se sente deslocado no ambiente. Seu professor de literatura, no entanto, acredita nele e o vê como um gênio. Mas Charlie continua a pensar pouco de si… Até o dia em que dois amigos, Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson), passam a andar com ele. (Adoro Cinema)

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É complicado entrar no terreno adolescente quando o assunto é cinema. Obras particulares sobre esse universo são normalmente estereotipadas, escrachadas e, em casos extremos, comédias de mau gosto. Claro que depende da proposta, mas bons filmes sobre jovens são cada vez mais raros e menos originais. Em tempos que os maiores hits sobre esse público são séries de TV extremamente comerciais (Glee, que hoje já foi esquecida), é recompensador se deparar com As Vantagens de Ser Invisível, um filme que surpreende por ser um exemplar alternativo muito controlado sobre a temática. Mesmo não escapando de pequenos clichês no que se refere à personalidade de alguns personagens, o trabalho de  Stephen Chbosky como diretor, produtor executivo e roteirista (adaptando seu próprio romance homônimo) demonstra pleno controle nas devidas doses de drama, romance e comédia para desenvolver uma história que, nas mãos erradas, teria tudo para se tornar facilmente insuportável.

A essência de As Vantagens de Ser Invisível não traz qualquer novidade, pois estamos diante de um protagonista que atende a vários estereótipos dramáticos do gênero: o garoto isolado, tímido, assombrado por um trauma do passado e que agora volta à escola após certo tempo internado em uma clínica. Por isso, é normal ficar com um pé atrás durante os minutos iniciais do filme de Chbosky, mas vale a pena relevar: o que segue é cheio de desenvoltura. Até porque todo o elenco jovem está muito bem. Quem encabeça o elenco é Logan Lerman, um ator que não tem um rosto muito marcante, mas que segura muito bem as pontas, nunca se acomodando na meiguice e no coitadismo de um personagem que poderia ser construído apenas em cima de melodramas. Sua paixonite é interpretada por Emma Watson, também muito controlada e mais simpática do que habitual, mantendo a boa média de atuação que apresentou nas partes finais de Harry Potter. O destaque, entretanto, fica mesmo com Ezra Miller, superando qualquer resquício de seu asqueroso personagem em Precisamos Falar Sobre o Kevin e fazendo uma louvável composição de um personagem gay que está longe de ser fake.

É bom ver um elenco tão afinado representando personagens bem desenvolvidos em uma história muito crível, que equilibra vários gêneros com segurança. No roteiro, Chbosky não pesa a mão quando deseja fazer rir (o humor aqui é genuíno, muito em função da química dos atores) e sabe mostrar os dilemas da adolescência sem ser nada superficial como os dramas batidos e mal encenados de uma  Malhação da vida. Sendo o retrato de uma geração ainda em busca de uma identidade e que tenta abraçar todas as possibilidades de um mundo com muito a ser desbravado, As Vantagens de Ser Invisível cumpre sua missão com direito a elogios. Se Chbosky não sabe o que fazer com os adultos (o professor interpretado por Paul Rudd é avulso e só aparece uma vez ou outra para ser o mentor do protagonista e lançar frases de efeito), em contrapartida, tem pleno domínio sobre alguns dramas em particular. O romance secreto entre um homossexual assumido com um colega enrustido é um exemplo: mastigado até onde deve, nunca parece avulso ou invasivo demais para o contexto daquele universo.

A dosagem certa dos elementos e da importância de cada personagem e cada storyline é, certamente, o ponto alto de As Vantagens de Ser Invisível. O filme apresenta algumas características negativas que podem ser ressaltadas pelos depreciadores: uma vez ou outra, é possível encontrar certas liberdades românticas que existem apenas com o propósito de deixar o filme mais queridinho, alternativo e apaixonante. Também não poderia faltar a garota indie que gosta The Smiths (a jogada mais velha de todas só que eficiente para o público-alvo), os extremos (os estranhos são legais, os populares são detestáveis) e os dramas pessoais do protagonista estendidos além da conta só para mostrar que ele pode sustentar o filme sozinho sem o destaque de seus colegas. Mas, de novo: controla o açúcar e nunca descamba para o forçado. É um longa jovem que consegue suprir seus erros com um clima muito agradável, verossímil e na medidade. Não é uma grande obra, mas é fácil saber porque ela encontra seu público – e merecidamente.

FILME: 8.0

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Globo de Ouro 2013: resultados

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É comum uma cerimônia de premiação ser cansativa. Principalmente uma como o Globo de Ouro, que distingue drama de comédia e ainda distribui prêmios entre cinema e TV. É, também, uma cerimônia que não tem espaço para ser um espetáculo: tudo acontece em um local onde as celebridades, dispostas em mesas de acordo com filmes/séries, jantam e bebem, como em um encontro mais informal. No caso do Globo de Ouro, portanto, os vencedores fazem toda a diferença. E esse ano eles fizeram: na comemoração de seus 70 anos, poucas vezes a Hollywood Foreign Press apresentou um resultado tão coerente e surpreendente ao mesmo tempo.

O primeiro prêmio da noite já foi um susto: nada de Philip Seymour Hoffman (vencedor do Critics’ Choice Awards) ou do favorito Tommy Lee Jones (de um má vontade insuportável durante a festa), mas sim Christoph Waltz, por Django Livre. E se a surpresa mais decepcionante da noite foi na categoria de animação (com os ótimos FrankenweenieDetona Ralph na disputa, pra quê puxar o saco da Pixar com o mediano Valente?), o resto foi do previsível inofensivo ao diferente entusiasmante. Interessante ver como os prêmios de Django Livre vão influenciar a award season, descobrir se a trajetória bem sucedida de Os Miseráveis para por aqui ou se outras premiações vão continuar tão harmônicas como essa (quem mais levou foi o musical de Tom Hooper, com apenas uma estatueta a mais que Argo Django Livre).

O Oscar, agora, deve estar se remoendo de remorso. Os vencedores do Globo de Ouro já tinham sido selados antes do anúncio das escolhas da Academia (o que anula qualquer relação entre os dois), mas a vitória de Argo, apesar de parecer um divisor de águas na award season, diz menos do que parece. Tomo como exemplo mais recente o excelente Desejo e Reparação, que ganhou o Globo de Ouro e o BAFTA, mas foi completamente esnobado pelo Oscar (não foi indicado à direção e só ganhou um prêmio de trilha sonora). O (merecido) sucesso de Argo no Critics’ Choice e no Globo de Ouro não muda o favoritismo de Lincoln, até porque os votantes do Globo são da imprensa estrangeira (o filme de Spielberg tem uma história dirigida ao público estadunidense) e, óbvio, o Oscar não vai dar o braço ao torcer. Eles nunca vão reconhecer que deixaram Argo de lado em função do preconceito com Ben Affleck.

Mas no meio dessa cerimônia, que ainda contou com uma boa apresentação de Tina Fey e Amy Poehler (e elas mereciam muito mais tempo tem cena!), o grande momento não ficou com uma concorrente de alguma categoria do Globo de Ouro. E sim com Jodie Foster, que compareceu à cerimônia para receber o Cecil B. Demille em homenagem à sua carreira. Se a lembrança poderia parecer precoce, logo a atriz surpreendeu. Com um discurso extremamente humano (vários na plateia estavam em lágrimas!) sobre carreira e amigos, ela foi de uma elegância extrema ao falar sobre sua vida íntima. Fez um discurso de veterana mesmo. Aliás, bem pelo contrário: fosse outro astro empoeirado esquecido pelo tempo, faria piadas internas e só estaria ali relembrando velhos tempos que a nova geração pode não conhecer tão bem. Jodie Foster, seja pelo belo discurso e pela merecida homenagem, certamente resumiu o que foi o Globo de Ouro: um verdadeiro acerto! Que continue assim. Abaixo, a lista completa de vencedores:

CINEMA

MELHOR FILME DRAMA: Argo
MELHOR ATRIZ DRAMA: Jessica Chastain (A Hora Mais Escura)
MELHOR ATOR DRAMA: Daniel Day-Lewis (Lincoln)
MELHOR FILME COMÉDIA/MUSICAL: Os Miseráveis
MELHOR ATRIZ COMÉDIA/MUSICAL: Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida)
MELHOR ATOR COMÉDIA/MUSICAL: Hugh Jackman (Os Miseráveis)
MELHOR ANIMAÇÃO: Valente
MELHOR FILME ESTRANGEIRO: Amor (Áustria)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Anne Hathaway (Os Miseráveis)
MELHOR ATOR COADJUVANTE: Christoph Waltz (Django Livre)
MELHOR ROTEIRO: Django Livre
MELHOR TRILHA SONORA: As Aventuras de Pi
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL: “Skyfall” (007 – Operação Skyfall)

TV

MELHOR SÉRIE DRAMA: Homeland
MELHOR ATRIZ DRAMA: Claire Danes (Homeland)
MELHOR ATOR DRAMA: Damian Lewis (Homeland)
MELHOR SÉRIE COMÉDIA/MUSICAL: Girls
MELHOR ATRIZ COMÉDIA/MUSICAL: Lena Dunham (Girls)
MELHOR ATOR COMÉDIA/MUSICAL: Don Cheadle (House of Lies)
MELHOR MINISSÉRIE/TELEFILME: Virada no Jogo
MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE/TELEFILME: Julianne Moore (Virada no Jogo)
MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE/TELEFILME: Kevin Costner (Hatfields & McCoys)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE/MINISSÉRIE/TELEFILME: Maggie Smith (Downton Abbey)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE/MINISSÉRIE/TELEFILME: Ed Harris (Virada no Jogo)

Globo de Ouro 2013: apostas

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Tina Fey! Amy Poehler! Independente do que aconteça na edição do Globo de Ouro 2013, tenho certeza que será uma festa memorável em função dessas duas atrizes. Não importa se tudo será óbvio com a vitória massiva de Lincoln ou se, de repente, o prêmio surpreender e ir de acordo com o Critics’ Choice Awards elegendo Argo como melhor filme e direção. Aposto todas as minhas fichas que as duas vão fazer a diferença. Então, vamos ao que interessa: os possíveis vencedores. Um vídeo com comentários mais detalhados foi publicado na nossa fanpage no Facebook. Abaixo, nossas apostas (incluindo alternativas) em todas as categorias de cinema:

MELHOR FILME DRAMALincoln / alt: Argo

MELHOR FILME COMÉDIA/MUSICALOs Miseráveis / alt: O Lado Bom da Vida

MELHOR DIREÇÃO: Steven Spielberg (Lincoln) / alt: Ben Affleck (Argo)

MELHOR ATOR DRAMA: Daniel Day Lewis (Lincoln) / alt: não tem

MELHOR ATOR COMÉDIA/MUSICAL: Hugh Jackman (Os Miseráveis) / alt: Bradley Cooper (O Lado Bom da Vida)

MELHOR ATRIZ DRAMA: Jessica Chastain (A Hora Mais Escura) / alt: Naomi Watts (O Impossível)

MELHOR ATRIZ COMÉDIA/MUSICAL: Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida) / alt: Maggie Smith (Quartet)

MELHOR ATOR COADJUVANTE: Philip Seymour Hoffman (The Master) / alt: Tommy Lee Jones (Lincoln)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Anne Hathaway (Os Miseráveis) / alt: não tem

MELHOR ROTEIROArgo / alt: Lincoln

MELHOR TRILHA SONORAAs Aventuras de Pi / alt: Anna Karenina

MELHOR ANIMAÇÃOFrankenweenie / alt: Valente

MELHOR FILME ESTRANGEIROAmor / alt: não tem

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL: “Skyfall” (007 – Operação Skyfall) / alt: não tem