Cinema e Argumento

ellen!

eu ADORO a Ellen!

ps: créditos para meu amigo Acauã, que me mostrou esse vídeo divertidíssimo.

“Mamma Mia!” na Inglaterra

O odiado (por muitos) musical Mamma Mia! desbancou Titanic como a maior bilheteria da história da Inglaterra. Além disso, também foi o filme que mais vendeu DVD’s quando chegou às lojas. Com um sucesso desses, foi lançada a versão sing-along; ou seja, é possível cantar as músicas acompanhando a letra na tela do cinema. O vídeo mostra uma grande empolgação por parte do público. Bem que podia ter sessões assim aqui no Brasil, né? Ou alguém dúvida que as sessões de musicais não iam ser muito mais divertidas e inesquecíveis?

Novo trailer de “Cegueira”

Se o primeiro trailer não satisfazia a minha curiosidade em relação ao longa, ainda que fosse uma prévia instigante, esse segundo me animou completamente. Ainda acho que vai ser uma das melhores produções do ano e que Julianne Moore vai arrasar. Cannes não quer dizer muita coisa, boa sorte para o nosso Fernando Meirelles.

As Submissões Ao Emmy (Brothers & Sisters)

A opinião do Cinema e Argumento sobre as submissões das séries para concorrer ao Emmy. Serão comentadas somente os seriados e os respectivos episódios concorrentes assistidos pelo blog. O primeiro post fala sobre Brothers & Sisters e sua segunda temporada.

Se ano passado a escolha do episódio Bad News para Rachel Griffiths concorrer como atriz coadjuvante foi um grande equívoco (apesar do episódio ser sobre ela, a atriz estava infinitamente melhor em outros capítulos, como Grapes Of Wrath), esse ano a decisão de que Domestic Issues irá representá-la na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática foi um enorme acerto. Rachel exerce seu papel de coadjuvante com maestria, em um episódio que sua personagem é obrigada a se separar de pessoas muito queridas em sua vida. Somente a cena final já vale a sua indicação. Agora fica a dúvida: ela leva o prêmio, caso indicada? Não sei. Em primeiro lugar, Rachel já devia ter um Emmy em mãos, por causa de sua inesquecível Brenda Chenowith em Six Feet Under. Segundo, caso vença, o prêmio será mais do que merecido. Aliás, seria uma homenagem a essa atriz versátil e brilhante que sem dúvida alguma é uma das melhores atuantes no mundo televisivo. Ano passado não levou e dá até pra entender, mas esse ano ela chega com muito mais chances. O episódio Domestic Issues também foi o escolhido para representar a série na categoria principal. Mas infelizmente, como pode ser conferido no blog Cinéfila Por Naturezaa série não conseguiu chegar entre as dez finalistas na categoria principal. 

Talvez só a escolha do episódio de Griffiths tenha sido um acerto. Incluir a atuação de Sally Field em History Repeating para que a atriz volte a concorrer esse ano (lembrando que ano passado ela foi a vencedora e esse ano nem tem chances) não foi muito inteligente. O episódio é banal e investe no caráter do personagem que menos chama a atenção – o cômico. Por sinal, a personagem Nora Walker decepcionou nessa temporada – tornando-se alguém chata e sem graça. Caiu na mesmice. Sally teria mais chances se concorresse por Home Front, um dos melhores episódios da série ao lado de Mistakes Were Made – Part 1 (que deu o Emmy de Atriz em Série Dramática para a matriarca do seriado). Ela provavelmente concorrerá, já que ganhou ano passado. Prefiro que Calista Flockhart concorra no lugar da Sally, pois a atriz teve uma evoluída nessa segunda temporada. O coadjuvante Dave Annable recebeu uma boa escolha, já que está excelente em 36 Hours, mas é improvável que ele concorra. Mas quem sabe o Danny Glover não leva como ator convidado? Ainda não assisti o episódio escolhido para ele, mas o ator realiza bom trabalho em sua aparição.

Existem algumas citações que nem devem ser consideradas, como Rob Lowe em Melhor Ator em Série Dramática por 36 Hours e Balthazar Getty como Coadjuvante em Série Dramática por History Repeating. Infelizmente só tive a oportunidade de assistir a esses episódios. Mas não poderia deixar de comentar a equivocada escolha de Rob Lowe ser escolhido como o Ator principal da série. Além de ser um ator limitado, seu personagem é insosso e nada traz de muito útil para a trama. No final das contas, minhas maiores torcidas para a série ficam com Rachel Griffiths e Matthew Rhys. Pena que não apostaram em Home Front, primeiro episódio dessa segunda temporada.Confira abaixo as submissões de Brothers & Sisters para o Emmy.

DRAMA SERIES:

Brothers & Sisters (“Domestic Issues” /”36 Hours”)

DRAMA LEAD ACTOR:

Rob Lowe – “36 Hours”

DRAMA LEAD ACTRESS:

Sally Field – “History Repeating”
Calista Flockhart – “Holy Matrimony”

DRAMA SUPPORTING ACTOR:

Dave Annable – “36 Hours”
Balthazar Getty – “History Repeating”
Matthew Rhys – “Moral Hazard”
Ron Rifkin – “Moral Hazard”

DRAMA SUPPORTING ACTRESS:

Rachel Griffiths – “Domestic Issues”
Sarah Jane Morris – “Missionary Imposition”
Emily VanCamp – “Double Negative”
Patricia Wettig – “Moral Hazard”

DRAMA GUEST ACTOR

Danny Glover – “The Feast Of Epiphany

DRAMA DIRECTING

Laura Innes – “The Feast of Epiphany
Ken Olin – “Domestic Issues
David Paymer – “36 Hours

DRAMA WRITING

Greg Berlanti, Monica Owusu-Breen, Alison Schapker – “Prior Commitments
David Marshall Grant, Molly Newman – “36 Hours
Jason Wilborn, Sherri Cooper – “Moral Hazard

O vídeo da semana já fica embutido nesse post, mostrando a melhor cena de Rachel Griffiths em “Domestic Issues”. Contem spoilers.

Vídeo da Semana

O vídeo apresenta spoilers.

Podem reclamar de Crash – No Limite, que é injustamente massacrado. Mas desde que eu vi essa cena, nunca mais fiquei chocado em nenhuma outra sessão. Para alguns, apelativa. Para outros, brilhante. Eu fico com a segunda opção.

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