O que esperar de “Direito de Amar”?

Sempre existe um filme, nas épocas de premiação, que me cativa mais do que qualquer outro. Em anos anteriores, criei imensas expectativas para: Notas Sobre Um Escândalo, Na Natureza Selvagem e Dúvida. Nunca me decepcionei. Agora em 2010, foco todas as minhas atenções em Direito de Amar. Okay, título mais cafona que esse não poderia ter – mas isso é o que menos importa.

Vencedor do prêmio de melhor ator em Veneza para Colin Firth, o filme já desperta a minha atenção por dois aspectos específicos. Primeiro, tem um dos trailers mais magníficos que já vi. A prévia é bem como eu gosto: revela pouco sobre o filme e ainda entrega um resultado extraordinário. Segundo, a trilha de Abel Korzeniowski. Desde As Horas eu não ficava tão impressionado com uma trilha. Já a ouvi incansavelmente.

Direito de Amar ainda tem outros pontos óbvios que já causam interesse. A interpretação de Firth (saudada como um momento único na vida do ator) e a aparição de Julianne Moore (que dizem ser pequena, ao estilo Viola Davis em Dúvida). A fotografia parece linda, assim como a direção de arte. A trama parece ser aquilo que filmes como Milk não conseguiram ser: uma história realmente humana sobre os homossexuais. Algo que só o telefilme Orações Para Bobby conseguiu alcançar.

Esse filme independente de Tom Ford, portanto, é o que mais espero nessa temporada. Baseado na obra de Christopher Isherwood, Direito de Amar tem sua estreia prevista para o dia 26 de fevereiro (data bem significativa para mim, por sinal). Confira, abaixo, o trailer do filme:

17 comentários em “O que esperar de “Direito de Amar”?

  1. Simplesmente imperdível para quem tem muita sensibilidade, bastante cultura geral (a reconstituição, os detalhes requintadíssimos, até no perguntar se a sec. da escola estava usando Arpege, um perfume famoso à época, o mobiliário, figurinos, a música emblemática e deslumbrante: Blue Moon que toca quanto o casal gay se conhece,etc.)´e, principalmente, para quem entende que o humanismo com seus ineviitáveis dores e prazeres da alma, é inerente a todos os portadores de todas as naturais variantes ou diversidades sexuais, jamais uma exclusividade heteronormativa como muitos incautos ou pouco argutos ou bastante preconceituosos tentam supor. Aliás, esta questão é bem desenvolvida no filme em cena antológica do embate profundamente sincero e inteligente, entre o professor e sua maior amiga, a fabulosa e avassaladora Juliane Moore. Mais não comento para não se perder o encanto ou o privilégio de assistir a um grande e revelador e artístico filme. Nota 9,9, pois perfeição não existe. Forte abraço.
    Marcos Lúcio

  2. Matheus, assisti a Direito de Amar ontem, tinha expectativas muito semelhantes às suas. Foram correspondidas. O filme é realmente interessante. Gostei do seu post, especialmente, pelo comentário pessoal sobre a escolha de “um filme por ano” que lhe chama mais a atenção e pela listagem de elementos presentes na divulgação do filme que fizeram com que você se interessasse por ele (enfim, perfil de filme que lhe atrai). Somos parecidos também nesse aspecto. Abraço.

  3. Direito de Amar é um ótimo filme sim. É tudo tão lindo:fotografia, trilha, figurino e atuações sensacionais de Firth e Moore.

    Mas sério que tu achou Preciosa um filmão??? O roteiro é quase uma brincadeira de jogo dos 7 erros. Lee Daniels não tem pulso firme nenhum pra conduzir a história e se perde num roteiro mal escrito e numa edição chula (alguém deveria avisar a ele que depois do quinto plano de imaginação já estaria insuportável a quebra do climax da narrativa). Mo’nique não decepciona, mas Gabourey não mostra nada demais. Acho que ainda ela é um trunfo pra uns erros na história, a garota não tem expressão nem se ela quisesse ter.

  4. Sinceramente, achei muito insosso. Este filme não mostra a que veio, é uma história sobre relacionamentos como muitas outras, um clichê, só que homossexual, nada demais. Parado e sem emoção. Acho que Preciosa é a grande sensação, pois nos revela uma história de superação impressionante, cheia de momentos hilários e, sobretudo, dramáticos. Vale muito à pena assistir a Preciosa. Quanto a Direito de amar, deixa bastante a desejar, não gostei.

  5. Eu também estou super empolgada por esse filme, eu ia ao cinema hoje, estava até me programando, até que fui no site do cinema, e estréia só dia 5 agora :~

  6. O vi semana passada… você está com a razão quando elogia a trilha, é um ponto forte, e incrivelmente ficou fora da disputa do oscar. O figurino, a direção de arte, os ambientes criados… levam a marca de Tom Ford, uma grata surpresa como estreante. O roteiro é forte, Juliane Moore é pérola (outra que ficou sem a indicação ao Oscar de coadjuvante) e Colin Firth, que dizer, soberbo, gigante… não sei se ganhará o Oscar depois do Bafta, se não deixará de ser o melhor ator de 2009.

  7. Reinaldo, torço muito para que o filme seja reconhecido pelo Oscar!

    Luis Galvão, eu ainda tenho resistência com esse título =P

    Vinícius P., o que mais me chama atenção nesse filme é a parte técnica e o elenco.

    Vinícius, acho que a direção pode não ser um grande aspecto do filme, mas os outros setores devem compensar (e muito!).

    Kamila, minha maior curiosidade em relação ao filme é com os desempenhos de Colin Firth e de Julianne Moore – essa última já morta nas premiações de novo =/

    Diego, acho que “Direito de Amar” não vai decepcionar…

    Mayara, sabia que existiu uma novela de verdade com o título “Direito de Amar”?

    O Embasbacado, acho que vou gostar bastante =)

    Nando, exato! xD

    Madame, estou louco para ver Colin e Moore!

  8. Estou louca para ver a atuação de Colin, e como fã do estilo empreendedor de Tom Ford, quero ver o bom gosto dele na fita. abs!

  9. Que trailer belíssimo este, né? A trilha parece ser perfeita. E este nome parece de uma novela do SBT, nossa! Mas mesmo assim, estou curiosa para conferir este filme. ;)

  10. Ainda tem um longo tempo até eu conseguir assistir ao filme, então posso dizer que eu não tenho expectativa – no caso de ser ruim, não quero me decepcionar. Estou curioso, claro, pelas atuações de Colin Firth e Julianne Moore – a última, em especial.

    Mais pra frente comento. :D

  11. Não espero este filme tanto quanto você, mas fico intrigada com “Direito de Amar” porque é aquele tipo de filme que tem elementos que eu adoro. Fora que eu tenho curiosidade para ver como o Tom Ford se saiu como diretor. :-)

  12. Também tenho ótimas expectativas em relação ao longa. Parece ser o caso de uma ótima produção junto com um elenco imperdível.

  13. Sem dúvidas que ‘Direito de Amar’ (eu até gosto do título, visse. Uma coisa meio novela mexicana cult – rá) é um filme esperados por todos, e só pelo Tom e pelo elenco, já rendem uma boa obra. Tomara que esteja presente em algumas premiações a mais.

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