Os indicados ao Emmy 2013

Seria 2013 o ano de “Breaking Bad”? Na foto, Anna Gunn e Bryan Cranston, ambos indicados ao prêmio.
Os indicados ao Emmy 2013 foram revelados hoje, e a lista completa pode ser conferida aqui. Abaixo, breves comentários sobre a seleção:
– Glenn Close lembrada ano passado pela quarta temporada pavorosa de Damages e esquecida pela última, que é simplesmente um dos melhores momentos da carreira da atriz;
– Só lindas indicadas em melhor atriz de minissérie/telefilme: Laura Linney, Helen Mirren, Sigourney Weaver, Jessica Lange e Elisabeth Moss. Linney, pela emocionante The Big C: Hereafter, é a melhor, disparada, mas Moss deve ser a vencedora como recompensa por perder eternamente por Mad Men;
– Vera Farmiga conseguiu uma merecida indicação a melhor atriz em drama por Bates Motel. Era o mínimo para uma categoria com sete indicadas (e que não tem Julianna Margulies!). Só que é um trabalho de dupla e Freddie Highmore também merecia uma lembrança (especialmente porque Hugh Bonneville nada faz em Downton Abbey);
– Falando em atores de drama, que criem vergonha na cara e não premiem Damian Lewis pelo segundo ano consecutivo. É a pior escalação para um protagonista de série em anos. Devolvam o reinado de Bryan Cranston;
– Maggie Smith dispensa comentários, mas já recebeu tudo o que merecia por Downton Abbey. É o ano de Anna Gunn, que tem momentos épicos na quinta temporada de Breaking Bad;
– Foi uma imensa alegria ver Laura Dern indicada como atriz em comédia pela segunda (e última) temporada de Enlightened, já que tinha sido esquecida no ano passado. Lena Dunham sai na frente por Girls, mas seria ainda mais empolgante ver a consagração de Dern, o retorno de Tina Fey como premiada ou finalmente um reconhecimento para Amy Poehler;
– Em atriz coadjuvante de comédia, duas ressuscitaram: Jane Lynch (?) e Jane Krakowski (!). Quero acreditar que Julie Bowen não ganhará pela terceira vez por Modern Family e que Krawkoswki finalmente será premiada por 30 Rock;
– Falando em Modern Family, já passou da hora de superarem esse seriado. Assim como Jim Parsons por The Big Bang Theory;
– É bem óbvio que Michael Douglas será o ator premiado na categoria de minissérie/telefilme. É um trabalho de dupla com Matt Damon, mas seu papel tem mais apelo. Só não vale premiar Al Pacino, que se repete em Phil Spector, um filme completamente mofado;
– Sarah Paulson, por American Horror Story: Asylum, é a estranha em coadjuvante de minissérie/telefilme. Compete só com veteranas e consagradas: Alfre Woodard, Ellen Burstyn, Charlotte Rampling e Imelda Staunton;
– Já entre os coadjuvantes desse mesmo segmento, Peter Mullan deve levar a melhor por Top of the Lake. Na realidade, seria mais justo colocá-lo como protagonista, mas a excelência de seu trabalho é inegável – especialmente porque é um dos melhores destaques da sonolenta minissérie;
– E, por fim, uma curiosidade: segundo ano consecutivo em que nenhum programa de TV aberta concorre na categoria de melhor série dramática.
Os filmes em competição do 41º Festival de Cinema de Gramado

Dira Paes e Marco Ricca integram o elenco de “Os Amigos”, filme que narra o dia em que um homem precisa ir ao enterro de um amigo de infância.
Foram divulgados, na manhã dessa terça-feira (2), os filmes em competição do 41º Festival de Cinema de Gramado. O evento, que acontece de 9 a 17 de agosto, apresenta quatro mostras competitivas: longas brasileiros, longas estrangeiros, curtas brasileiros e curtas gaúchos (Prêmio Assembleia Legislativa). Entre os longas – cuja curadoria está com José Wilker, Marcos Santuario e Rubens Ewald Filho pelo segundo ano consecutivo -, a seleção reafirma o perfil universal e sem preconceitos adotado desde a edição passada. Na lista, uma animação (Até Que a Sbórnia nos Separe), debuts (A Bruta Flor do Querer, dos curta-metragistas Andradina Azevedo e Dida Andrade), um documentário (Revelando Sebastião Salgado, de Beste de Paula) e até mesmo uma história gay (Tatuagem, sobre um romance homossexual em tempos de ditadura). Nomes como Leandra Leal, Maitê Proença, Dira Paes, Caio Blat, Paulo Cesar Pereio, Domingos Oliveira, Sandra Corveloni e Alice Braga estão nos elencos dos oito filmes brasileiros em competição.
Já a seleção de estrangeiros (aqueles de língua latina) traz seis longas, históricos em sua maioria. Por isso, a expectativa fica com Cazando Luciérnagas, da Colômbia, que conta a jornada de Manrique, homem encarregado de supervisionar os resquícios de abandonadas minas de sal no meio de um árido ponto perto do oceano. Nesse emprego, ele encontrou uma desculpa para se isolar de um mundo com o qual não se importa. Entretanto, a aparição extraordinária de um cachorro pedigree que gosta de caçar vagalumes e a inesperada aparição de Valéria, sua filha de 12 anos até então desconhecida, darão a esse homem a oportunidade de reencontrar a alegria de viver. Em uma seleção que não inspira tanta curiosidade – justamente por ter um perfil que aposta bastante no documental, esse longa colombiano parece ser o sopro de humanidade em termos de drama na competição. Entre os curtas, é quase impossível prever alguma coisa. A curiosidade fica com Os Filmes Estão Vivos, O Matador de Bagé e Tomou Café e Esperou, todos com exibições duplas por concorrerem nas mostras de curtas brasileiros e gaúchos. Confira abaixo a lista completa de concorrentes:
LONGAS BRASILEIROS
– A Bruta Flor do Querer, de Andradina Azevedo e Dida Andrade
– A Coleção Invisível, de Bernard Attal
– Até Que a Sbórnia nos Separe, de Otto Guerra e Ennio Torresan Jr.
– Éden, de Bruno Safadi
– Os Amigos, de Lina Chamie
– Primeiro Dia de Um Ano Qualquer, de Domingos Oliveira
– Revelando Sebastião Salgado, de Betse de Paula
– Tatuagem, de Hilton Lacerda
LONGAS ESTRANGEIROS
– A Oeste do Fim do Mundo, de Paulo Nascimento – coprodução Brasil/Argentina
– Cazando Luciérnagas, de Roberto Flores Prieto – Colômbia
– El Padre de Gardel, de Ricardo Casas – Uruguai
– Puerta de Hierro: El Exilio de Perón – Argentina
– Repare Bem, de Maria de Medeiros – Portugal
– Venimos de Muy Lejos, de Ricardo Piterbarg – Argentina
CURTAS BRASILEIROS
– A Navalha do Avô, de Pedro Jorge
– A Voz do Poço, de Patrícia Black
– Acalanto, de Arturo Saboia
– Arapuca, de Hélio Villela Nunes
– Arremate, de Rodrigo Luna
– Carregadores de Monte Serrat, de Cassio Santos e Julio Lucena
– Colostro, de Cainan Baladez e Fernanda Chicolet
– Faroeste: Um Autêntico Wester, de Wesley Rodrigues
– Merda!, de Gilberto Scarpa
– O Matador de Bagé, de Felipe Iesbick
– Os Filmes Estão Vivos, de Fabiano de Souza e Milton do Prado
– Os Irmãos Mai, de Thais Fujinaga
– Pouco Mais de Um Mês, de André de Novais Oliveira
– Sanã, de Marcos Pimentel
– Simulacrum Praecipiti, de Humberto Bassanelli
– Tomou Café e Esperou, de Emiliano Cunha
CURTAS GAÚCHOS (PRÊMIO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA)
– Armada, de Filipe Ferreira
– As Memórias do Vovô, de Cíntia Langie
– Catalogárgula, de Lucas Neris e Luan Salce
– Codinome Beija-Flor, de Higor Rodrigues
– Contrato de Amor, de Camilo Rodriguez, Leonor Jiménez e Thais Fernandes
– Ed, de Gabriel Garcia
– Entrevista, de Gabriel Horn
– Férias, de Iuli Gerbase
– Kassandra, de Ulisses da Motta Costa
– L’anime, de Diego Urrutia
– Logo Ali ao Sul, de Marcio Kinzeski
– Notícias Tuas, de Vicente Moreno
– O Matador de Bagé, de Felipe Iesbick
– Os Desconhecidos, de Eduardo Teixeira
– Os Filmes Estão Vivos, de Fabiano de Souza e Milton do Prado
– Roda Gigante, de Julia Barth
– Somos Todos Ilhas, de Pedro Martins Karam
– Tomou Café e Esperou, de Emiliano Cunha
Números e novidades do 41º Festival de Cinema de Gramado

Rubens Ewald Filho, Marcos Santuario e José Wilker repetem a curadoria de 2012. Foto: Leonardo Peixoto
Logo já começa a contagem regressiva para a 41ª edição do Festival de Cinema de Gramado. E o evento está com as preparações a mil! Recentemente, curadoria e comissões de seleção se reuniram para selecionar os filmes que disputarão o Kikito e o Prêmio Assembleia Legislativa de Cinema Gaúcho. Os números desse ano são expressivos: 580 filmes foram inscritos, registrando um crescimento de 48% em relação ao ano passado. Na última edição, o evento se reestruturou completamente e voltou a respirar cinema, abandonando o flerte excessivo com sub-celebridades e o critério quase incompreensível na seleção de filmes (o que foi reformulado com grande êxito por Rubens, Santuario e Wilker).
Em 2012, nas categorias de longas brasileiros e latinos, Colegas e Artigas, La Redota foram os consagrados, respectivamente. Entre os curtas, Elefante na Sala foi o melhor curta gaúcho e Menino do Cinco o vitorioso da mostra nacional. A diversidade de longas vista no último ano promete se repetir em 2013, segundo Rubens: “Muito além do aumento de inscrições, os filmes inscritos esse ano tiveram um crescimento impressionante de qualidade. Foi difícil descartar nomes da lista. Mas o resultado tem um pouco de tudo e podemos esperar um Festival mais rico em propostas de filmes”.
Além dos expressivos números alcançados pelas inscrições, o Festival de Cinema de Gramado ainda comemora outra conquista: ampliando seu diálogo com o cinema latino-americano, o evento agora terá exibições especiais no Peru. Em viagem à Lima, o prefeito de Gramado, Nestor Tissot, e a secretária de turismo da cidade, Rosa Helena Volk, firmaram uma parceria com a embaixada brasileira no país. O resultado desse encontro é a garantia de exibições dos vencedoras da próxima edição do Festival de Gramado na Semana do Cinema Brasileiro realizada no Peru. A 41ª edição do festival serrano acontece de 9 a 17 de agosto e é uma realização da Prefeitura Municipal de Gramado e da Coordenação Geral da Secretaria de Turismo com a colaboração da Gramadotur.
Oscar 2013: resultados

Na teoria, os vencedores do Oscar são difíceis de adivinhar. E, nesse sentido, a lista de 2013 parecia ter se superado: o mistério reinava e vários prêmios não tinham franco favorito. Mas basta a cerimônia de entrega começar para que a teoria vá por água abaixo: a festa apresentada neste domingo (24) por Seth MacFarlane foi marcada pela matemática óbvia. Com exceção de Ang Lee, todos os outros vencedores já corriam na frente em função de prêmios conquistados anteriormente.
Por isso, não foi surpresa ver Christoph Waltz vencendo (ele já tinha o Globo de Ouro e o BAFTA em casa) ou Jennifer Lawrence batendo o buzz de Emmanuelle Riva (a jovem já tinha vencido o SAG e o Globo de Ouro). Anne Hathaway e Daniel Day-Lewis, então, dispensam comentários. Idem para Argo. No entanto, quanto ao filme de Ben Affleck, vale a pergunta: será que sua vitória é em função dos votantes terem gostado mesmo do filme ou é resultado da forte pressão por ele ter reinado soberano na temporada de premiações? Prêmio genuíno ou sentimento de culpa? Nunca saberemos.
O tombo maior não foi de Jennifer Lawrence vencendo como melhor atriz (que deveria ter sido de Quvenzhané Wallis ou Emmanuelle Riva), mas sim de Lincoln, que ganhou apenas duas categorias das 12 que concorria. Só que sejamos justos: poucas vezes, nos últimos anos, vimos uma distribuição de prêmios tão igualitária. Resultado de uma excelente seleção, onde todos os filmes concorrentes tinham indicações, no mínimo, compreensíveis. Saldo positivo. Sobre a festa, a investida dos musicais foi, em sua maior parte, acertada, ainda que desarranjada (em especial a das canções indicadas).
A tal homenagem aos musicais mostrou-se avulsa, sem muitos critérios. Se Catherine Zeta-Jones deu claras provas de que o tempo lhe fez muito mal como intérprete musical (sua voz e sua incapacidade elástica quase estragaram a lembrança do arraso que é All that Jazz, em Chicago), tivemos momentos preciosos: a apresentação de Os Miseráveis foi um dos pontos altos da noite, Adele teve seu brilho atual sem nenhum esforço e Barbra Streisand emocionou com The Way We Were (mas por que mesmo cantar depois do in memoriam e não durante?).
Não dá para reclamar da distribuição de prêmios, até porque todos saíram com alguma coisa (menos Indomável Sonhadora) – o que é um feito notável: percebam como, nas categorias de filme, direção e atores nenhum filme teve mais de uma vitória. Entre elas, a surpresa ficou com Ang Lee, uma boa alternativa na categoria bagunçada (ele foi o único diretor com indicação a todos os outros prêmios da temporada). Sem dúvida, o inesperado da noite. Porém, apesar do saldo satisfatório, ainda está faltando brilho ao Oscar. Conseguiram resolver muitos problemas, é verdade, mas permanecemos sem uma grande cerimônia em termos de entretenimento e novidades desde 2009 – ano em que, curiosamente, também tivemos o melhor host recente: Hugh Jackman.
•••
MELHOR FILME: Argo
MELHOR DIREÇÃO: Ang Lee (As Aventuras de Pi)
MELHOR ATOR: Daniel Day-Lewis (Lincoln)
MELHOR ATRIZ: Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida)
MELHOR ATOR COADJUVANTE: Christoph Waltz (Django Livre)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Anne Hathaway (Os Miseráveis)
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL: Django Livre
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO: Argo
MELHOR ANIMAÇÃO: Valente
MELHOR FILME ESTRANGEIRO: Amor
MELHOR FOTOGRAFIA: As Aventuras de Pi
MELHOR MONTAGEM: Argo
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE: Lincoln
MELHOR FIGURINO: Anna Karenina
MELHOR MAQUIAGEM: Os Miseráveis
MELHOR TRILHA SONORA: As Aventuras de Pi
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL: “Skyfall” (007 – Operação Skyfall)
MELHOR MIXAGEM DE SOM: Os Miseráveis
MELHOR EDIÇÃO DE SOM: A Hora Mais Escura e 007 – Operação Skyfall
MELHORES EFEITOS VISUAIS: As Aventuras de Pi
MELHOR DOCUMENTÁRIO EM LONGA-METRAGEM: Searching for Sugar Man
MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM: Inocente
MELHOR CURTA-METRAGEM: Curfew
MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO: Paperman
Oscar 2013: apostas

Chegou a hora! Com ou sem Ben Affleck, milhões de cinéfilos de todo mundo estarão sintonizados, neste domingo (25), no Oscar – premiação que sempre será considerada a maior do cinema. Pode até ser que você não concorde com as escolhas da Academia, que as indicações não sejam de fato qualquer atestado de que um filme é o melhor do ano… Mas o Oscar é a parada final dessa época do ano que movimenta fortunas, atores, diretores, jornalistas, publicitários e afins. Impossível não reconhecer o poder dessa época. É a final do campeonato brasileiro no cinema. O Super Bowl da sétima arte. E a disputa de 2013 é a mais imprevisível em anos. Prêmios importantes como direção, atriz e ator coadjuvante estão completamente abertos. Nem mesmo os roteiros e algumas categorias técnicas chegam com francos favoritos. A cerimônia, transmitida pelo canal TNT a partir das 23h aqui no Brasil, será apresentada por Seth MacFarlane. Abaixo, nossas apostas para a grande noite:
MELHOR FILME
– Quem vence: Argo, pois a matemática está toda a seu favor.
– Fique de olho em: Lincoln, a única alternativa lógica em termos de buzz.
– Quem merece: Os Miseráveis, porque sou do grupo que ama.
MELHOR DIREÇÃO
– Quem vence: Michael Haneke, uma vitória diferente à la Roman Polanski.
– Fique de olho em: Steven Spielberg, porque é o que mais faz sentido.
– Quem merece: Michael Haneke, pela franqueza sem concessões de Amor.
MELHOR ATRIZ
– Quem vence: Emmanuelle Riva, de aniversário, veterana e com papel infalível.
– Fique de olho em: Jennifer Lawrence, a jovem e eclética estrela que deu certo.
– Quem merece: Quvenzhané Wallis, a que mais surpreende entre as indicadas.
MELHOR ATOR
– Quem vence: Daniel Day-Lewis, imbatível em um papel de estilo imbatível.
– Fique de olho em: Joaquin Phoenix, o azarão que pode roubar a cena.
– Quem merece: Joaquin Phoenix, totalmente possuído em O Mestre.
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Quem vence: Anne Hathaway, por cinco minutos inesquecíveis.
– Fique de olho em: Amy Adams, porque vai que dessa vez dá…
– Quem merece: Helen Hunt, de uma sutileza absurda em As Sessões.
MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Quem vence: Christoph Waltz, com o BAFTA e o Globo de Ouro na bagagem.
– Fique de olho em: Tommy Lee Jones, apesar do mau humor insuportável.
– Quem merece: Philip Seymour Hoffman, que deveria ser unanimidade.
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
– Quem vence: A Hora Mais Escura, pela atualidade e por consolação.
– Fique de olho em: Django Livre, porque é Tarantino.
– Quem merece: Amor, pela força da universalidade.
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
– Quem vence: O Lado Bom da Vida, porque não sairá sem nada…
– Fique de olho em: Argo, se estiverem realmente dispostos a corrigir os erros.
– Quem merece: Argo, simples, objetivo e eficiente.
** como não vi alguns indicados das categorias abaixo, seguem apenas as apostas (excetuando curtas e documentário):
MELHOR ANIMAÇÃO: Detona Ralph / alt: Valente
MELHOR FILME ESTRANGEIRO: No / alt: Amor
MELHOR FOTOGRAFIA: 007 – Operação Skyfall / alt: As Aventuras de Pi
MELHOR MONTAGEM: Argo / alt: A Hora Mais Escura
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE: Os Miseráveis / alt: Anna Karenina
MELHOR FIGURINO: Anna Karenina / alt: Os Miseráveis
MELHOR MAQUIAGEM: Os Miseráveis / alt: O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
MELHOR TRILHA SONORA: As Aventuras de Pi / alt: 007 – Operação Skyfall
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL: “Skyfall” (007 – Operação Skyfall) / alt: “Suddendly” (Os Miseráveis)
MELHOR MIXAGEM DE SOM: Os Miseráveis / alt: As Aventuras de Pi
MELHOR EDIÇÃO DE SOM: 007 – Operação Skyfall / alt: As Aventuras de Pi
MELHORES EFEITOS VISUAIS: As Aventuras de Pi / alt: O Hobbit: Uma Jornada Inesperada