Últimas Trilhas Sonoras

Boogie Nights, por Vários

O álbum de Boogie Nights é outro exemplo de como se fazer uma excelente coletânea, podendo muito bem se igualar aos brilhantismos de Tarantino com Kill Bill, por exemplo. Embalado por canções conhecidas do público como a contagiante Jesse’s Girl até outras que são desconhecidas, o resultado da trilha de Boogie Nights não é menos do que excelente. Perfeito para ter em casa e ouvir sempre que possível. O único problema é que a versão completa (a que chegou nas lojas brasileiras não tem todas as canções) fica cansativa em determinado ponto…

Up, por Michael Giacchino

Se depender da trilha de Michael Giacchino, Up é outro acerto memorável da Pixar. Aprecio a versatilidade do compositor, mas nunca fui grande fã dele. Com esse álbum mudei a minha visão e passei a gostar mais de Giacchino. Alternando momentos de melancolia – com a bela Stuff We Did – e outros de pura correria e alucinação, o trabalho é digno para o nome da Pixar e desde já um dos melhores desse ano. E agora um comentário bem aleatório: adorei o nome de uma canção: Memories Can Weigh You Down… Pixar, né?! Trilha excelente! E que trabalho mais brilhante esse do visual do álbum…

King Kong, por James Newton Howard

James Newton Howard seguiu a grandiosidade do majestoso filme de Peter Jackson e realizou uma trilha nos mesmos moldes. O álbum de King Kong é uma compilação bem sucedida de faixas que transmitem exatamente essa sensação: de que estamos de um produto auditivo feito para um longa de grandes proporções. Howard acerta em praticamente todas as suas composições, mesmo quando elas não são tão originais assim, como nos cinco atos de Beauty Killed the Beast. Mas isso é mero detalhe dessa excelente trilha sonora.

Bandits, por Vários

A coletânea de Vida Bandida exerce a mesma diversão que o filme de Barry Levinson. Existem algumas músicas muito bregas, como Total Eclipse of the Heart e Holding Out for a Hero – ambas de Bonnie Tyler – mas elas são tão divertidas que dá até pra entrar no clima. De resto, temos ainda canções de Jimmy Page, Robert Plant e Aretha Franklin. Mas o detaque mesmo fica com a bela Superman (It’s Not Easy), interpretada pelo Five for Fighting e que depois ganhou uma terrível versão brasileira na voz de Júnior, do Sandy e Júnior. Socorro.

The Brave One, por Dario Marianelli

O italiano Dario Marianelli já comprovou ser um artista genial, com ótimas trilhas como as de Desejo e Reparação (que lhe rendeu o Oscar) e Orgulho e Preconceito. Mas ele também já realizou trabalhos menores e mais óbvios, como em The Brave One, ou Valente aqui no Brasil. O filme em si é bem irregular – mas válido por causa da presença de Jodie Foster – e a trilha até que consegue dar certo tom. O problema é que é muito pouco para a credibilidade de um compositor tão bom como ele. A trilha, portanto, é satisfatória, mas nenhuma faixa do álbum chega a marcar ou empolgar.
Últimas Trilhas Sonoras

Angels in America, por Thomas Newman

Procurei essa trilha sonora por pura curiosidade, porque gosto muito de Thomas Newman e dessa ótima produção feita para TV. Acabei me surpreendendo muito. Não esperava um trabalho tão impecável e memorável como esse, que sem dúvida alguma está entre o melhor que o compositor já realizou em toda a sua carreira. O que mais chama a atenção é a grande técnica de Newman em criar composições que misturam melancolia, suspense e até ação. Mauve Antartica, The Great Work Begins e Quartet são excelentes exemplos que mostram toda a qualidade desse álbum que é obrigatório para quem é fã do compositor.
Hairspray, por Vários

Toda simplicidade do musical de Adam Shankman está expressa nessa contagiante trilha sonora que possui os mais diversos tipos de canção – inocentes (Good Morning Baltimore), contagiantes (The Nicest Kids In Town) e melacólicas (I Know Where I’ve Been). O elenco canta bem e as músicas funcionam dentro e fora do filme. Mais um mérito desse singelo musical que conquista com a sua inocência que nunca chega a ser irritante. A minha favorita do álbum é You Can’t Stop the Beat.

Charlie and the Chocolate Factory, por Danny Elfman

Mais uma vez Danny Elfman entrou completamente no clima dos filmes de Tim Burton e realizou uma trilha à altura do diretor. A trilha de A Fantástica Fábrica de Chocolate é bem divertida e ao mesmo tempo cheia de qualidade, especialmente nas canções-tema dos personagens. Mesmo que Elfman crie uma trilha com características infantis – por causa da temática do filme – nunca abandona as características musicais que lhe fizeram ser reconhecido. É outra parceria de Tim Burton que sempre dá certo.

Angels & Demons, por Hans Zimmer

Hans Zimmer não teve muita originalidade ao fazer essa trilha de Anjos e Demônios. O estilo das canções é totalmente derivado da trilha de O Código Da Vinci. Inclusive, a canção 503 é praticamente uma cópia de Chevaliers de Sangreal em sua melodia. Zimmer, como sempre, entrega um trabalho consistente, mas que fica devendo justamente por ser um produto derivado de outro trabalho do compositor. Um pouco de originalidade não faria mal para a trilha de Anjos e Demônios.

The Illusionist, por Philip Glass

De tudo que já ouvi de Philip Glass até hoje, esse é o que menos gostei. Não porque a trilha seja ruim ou porque Glass faça um trabalho irregular, mas porque parece um trabalho apressado – soa como uma reciclagem de tudo que o compositor já fez. Por mais que a trilha funcione muito bem no filme, separadamente não chega a empolgar, o que é uma pena. Não tem nenhuma faixa memorável nem técnicas mais interessantes. Mas ainda assim é Philip Glass, o que significa que sempre merece uma espiada, independente do resultado.
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Harry Potter and the Goblet of Fire, por Patrick Doyle

Primeira – e até agora única – vez que a série perdeu a mão nesse setor. Se John Williams cumpriu a sua missão de criar composições memoráveis para a série, Patrick Doyle fez o oposto. O compositor parece nem se esforçar nesse álbum, que beira o óbvio e não tem graça alguma. Pode até ter um efeito ok nas cenas do filme, mas quando analisada perde muitos pontos. Sorte que Doyle só fez esse trabalho e foi substituído por Nicholas Hooper, que recuperou de forma excelente o clima musical da série em A Ordem da Fênix.
Últimas Trilhas Sonoras
Antes de mais nada gostaria de comentar a minha ausência aqui pelo blog. O ano já começou a todo vapor na faculdade e ando cheio de tarefas. Por isso, as postagens aqui no blog vão acontecer nesse ritmo mesmo. Até pensei em abandoná-lo por uns tempos, mas decidi continuar postando só que em velocidade devagar. Sem falar, claro, que serão posts bem limitados, de resenhas de filmes e trilhas apenas. Nada de memes, especiais ou coisas do gênero. Não tenho muito tempo para dedicar a esses tipos de posts, sem contar que eles demandam mais dedicação e tempo de minha parte. Então, pessoal, agradeço a compreensão de vocês. Qualquer coisa, estamos aí! Por enquanto, retorno ao meu relatório de Produção e Planejamento Gráfico e Editorial =P
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Kill Bill – Volume 1, por Vários

Tarantino é considerado um diretor pop por diversas razões. Uma delas é a trilha sonora de suas produções. Impossível não se contagiar com a enorme diversidade musical do álbum de Kill Bill – Voume 1. Tarantino faz questão de marcar as melhores cenas do filme com excelentes músicas e o conjunto final é maravilhoso. Desde o clássico confronto de O-Ren Ishii (Lucly Liu) e The Bride (Uma Thurman) ao som de Don’t Let Me Be Misunderstood até os memoráveis créditos iniciais com Bang Bang (My Baby Shot Me Down) ganham uma alma essencialmente cult. Uma coletânea para se ter em casa.

Frost/Nixon, por Hans Zimmer

Começa de forma espetacular com a faixa Watergate e só mantem esse excelente nível durante toda a trilha. Hans Zimmer pode até pisar na bola de vez em quando com umas trilhas irregulares – como O Código Da Vinci, por exemplo – mas sabe realizar excelentes trabalhos como aqui em Frost/Nixon, outra trilha injustamente ignorada pelo Oscar. O maior mérito do trabalho de Zimmer é fazer com que a sua trilha funcione dentro e fora do filme, conquistando com seus arranjos originais e competentes. Merecia mais reconhecimento. Muito mais.
About Schmidt, por Rolfe Kent

O trabalho de Rolfe Kent em As Confissões de Schmidt é bem eclético, acompanhando muito bem as inconstantes emoções do personagem. Quando Schmidt fica triste, a trilha fica melancólica; quando Schmidt se irrita, a trilha fica cômica. Esse é o grande mérito desse simples trabalho que conquista por causa de sua grande simplicidade. Tudo combina muito bem com o filme de Alexander Payne. Temos também uma faixa com a carta que o protagonista escreve para seu filho adotivo na África falando mal de sua família e sobre como é ruim envelhecer. Hilário… E triste também. Assim como o filme.

A Beutiful Mind, por James Horner

Sou grande fã de James Horner – que tem trabalhos memoráveis como Titanic e Casa de Areia e Névoa. Nessa trilha de Uma Mente Brilhante, ele realiza outro trabalho muito bom, mas que não chega a ser um dos mais inspirados. É exatamente uma característica sua que atrapalha o resultado do álbum – Horner, na maioria das vezes, utiliza composições muito compridas. Se em alguns casos isso funciona muito, aqui nem tanto. São 75 minutos de trilha e chega a ser até difícil ouvir tudo, já que tem que ter muita paciência pra isso. Entretanto, de forma alguma isso desmerece essa boa trilha do compositor, que mais uma vez acertou. Mesmo que com pouco brilho.

The Passion of the Christ, por John Debney

Na maioria das vezes, filmes envolvendo religião sempre inventam de colocar aqueles corais entoando melodias sacras na trilha. A Paixão de Cristo é um exemplo. Sou admirador desse filme de Mel Gibson – mas que vi uma vez só e não faço questão de ver novo porque sofri de tanta angústia o longa inteiro – mas a trilha sonora não funciona fora do filme. Dentro da história causa sim emoção, mas no cd soa banal, sem inspiração. Foi indicada ao Oscar de melhor trilha sonora e perdeu para Em Busca da Terra do Nunca. De certo os votantes a indicaram por causa das sensações que ela transmite durante a jornada de Jesus na película.
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Quantum Of Solace, por David Arnold
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Tá bom, a canção-tema chamada Another Way To Die é um significativo desastre em um filme decepcionante. Mas a trilha realizada por David Arnold é um dos pontos altos dessa continuação de Cassino Royale. Arrisco até a dizer que a trilha é até bem superior – mais utilizada, apropriada em diversos momentos e com ótimas composições. Se o filme tem vários aspectos semelhantes com a trilogia Bourne, ao menos a trilha consegue não ter nada parecido. É original, sendo um exemplar trabalho para um filme de ação. Merecia mais reconhecimento e apreço dos cinéfilos.

Vicky Cristina Barcelona, por Vários
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Não foi só nas imagens que Woody Allen acertou na ambientação espanhola para o seu mais novo filme, Vicky Cristina Barcelona. Na trilha também somos contagiados pela Espanha, e da forma mais agradável possível. Na música tema, Barcelona (que é até engraçada de tão divertida), assim como em todas as outras canções instrumentais (que não foram compostas especialmente para o longa, vale lembrar) somos contagiados por esse país. É fácil concluir que a trilha condiz com o filme em todos os aspectos, tornando-se então um trabalho musical muito agradável de se ouvir, longe do trabalho pesado realizado por Philip Glass no trabalho anterior de Allen.

Birth, por Alexandre Desplat
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Lembro que tive uma época em que eu era fã de carteirinha de Alexandre Desplat. Mas depois de sua indicação ao Oscar ele caiu bastante no meu conceito, uma vez que as trilhas de A Bússola de Ouro e A Loja Mágica de Brinquedos são muito decepcionantes. Resolvi dar uma nova chance para o compositor e procurar antigos trabalhos dele. Felizmente fiquei satisfeito com o trabalho dele para o irregular Reencarnação, aquele filme com a Nicole Kidman que todo mundo na época odiou e hoje ninguém lembra mais. Pode ter até algumas passagens exageradas como Elegy, mas a trilha é um fator muito positivo do longa. Longe de ser memorável, mas com boa competência.

Little Children, por Thomas Newman
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Esse foi um trabalho menos reconhecido do excelente Thomas Newman, que tem uma carreira brilhante. Com certeza, seu trabalho em Little Children não é um dos mais memoráveis de sua extensa carreira, mas possui composições brilhantes que validam uma ouvida na trilha. Fora do filme as canções funcionam até melhor, uma vez que algumas são muito anti-clímax (End Title, por exemplo, não combinou com o intimista desfecho do filme de Todd Field). Essa é uma trilha um pouco ligeira, com composições bem curtas. Contudo, é impossível não se maravilhar com alguns momentos de pura inspiração, como Pool Days. Só faltou o cd inteiro ter a mesma beleza.

In The Valley Of Elah, por Mark Isham
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Muita gente detestou a trilha sonora de Mark Isham para Crash – No Limite. Mas é impossível negar a qualidade de outras duas trilhas sonoras dele após o filme de Paul Haggis. Seus trabalhos em Traídos Pelo Destino e aqui em No Vale das Sombras podem não ser nenhuma maravilha, mas são completamente adequados aos seus respectivos filmes. No último filme de Haggis, Isham preferiu um trabalho mais contido, mas nem por isso menos presente no longa. A trilha tem alguns momentos mais empolgantes, mas nunca chega a se tornar particularmente interessante. Competente dentro de suas limitações e bem adequada para o filme. Só precisava um pouquinho mais de inspiração, o que tinha bastante no cd de Crash – No Limite.

The Devil Wears Prada, por Theodore Shapiro
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O setor musical de O Diabo Veste Prada é um dos melhores pontos do filme. Mas não a score. Se a coletânea com Madonna, U2, Moby e Alanis Morissette dá um perfeito tom pop para o longa, a score de Theodore Shapiro deixa a desejar. No filme ela é bem utilizada e tem excelentes momentos (Miranda Smiles no final, por exemplo, é um achado), mas decepciona separada. É um cd repetitivo e com um número exagerado de composições (são 31 ao todo). Enfim, divertida e condizente com o filme. Mas só na película ela alcança alguma notoriedade.
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The Village, por James Newton Howard
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Sou um grande defensor dessa maravilhosa obra de M. Night Shyamalan. Sei que o filme nutre ódio de bastante gente, mas se existe um fator do longa que em hipótese alguma merece ser criticado esse é a trilha sonora de James Newton Howard, que compôs aqui a sua melhor trilha. Misturando perfeitamente tensão e uma linda estética musical baseada nos solos da participação especial da violinista Hilary Hahn, Howard fez uma trilha de suspense que também pode ser classificada como uma trilha de drama (Will You Help Me? e What Are You Asking Me? são dois bons exemplos). O álbum foi indicado ao Oscar de melhor trilha sonora e não levou a estatueta. Uma pena a Academia não ter premiado o melhor momento de Howard.

Magnolia, por Aimee Mann
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Aimee Mann conseguiu uma indicação ao Oscar pela sua bela canção Save Me. Contudo, todo o álbum de Magnólia é de uma beleza única, devido ao grande empenho de Aimee ao formular as canções. Assim como a música já citada, Wise Up é um outro excelente exemplo da competência do setor musical da obra-prima do diretor Paul Thomas Anderson. Um álbum memorável para se ouvir sempre que possível. Essa trilha foi sugestão da Kamila.

Le Fabuleux Destin D’Amélie Poulain, por Yann Tiersen
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Depois de eu ter ouvido o maravilhoso trabalho de Yann Tiersen na trilha de Adeus, Lênin!, saí a procurar outros trabalhos do compositor e me deparei com a surpresa de que foi ele quem compôs a parte musical de O Fabuloso Destino De Amélie Poulain. Tudo bem, esse seu trabalho não alcança o brilhantismo das composições do filme alemão; contudo, Yann capturou todo o charme das típicas músicas francesa e inseriu no fabuloso mundo de Amélie Poulain. Ainda que repetitivo em algumas partes, o cd é altamente recomendável por causa de sua grande qualidade. Palmas para Tiersen.

The Dark Knight, por Hans Zimmer & James Newton Howard
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Filme de ação não é de verdade se não tiver uma trilha sonora competente. Hans Zimmer e James Newton Howard – ambos grandes compositores, diga-se de passagem – trazem a melhor trilha do gênero dos últimos tempos com The Dark Knight. Se em Batman Begins eles já havia realizado um bom trabalho, conseguem ampliar tudo aquilo que já existia de bom nessa continuação de Christopher Nolan. Não é uma coletâne inesquecível, ou brilhante – é direta, efetiva e ajustada no filme. Se o tema do Coringa, Why So Serious?, poderia ter sido ao menos mais original, outras composições alcançam grande qualidade, como a estupenda Introduce a Little Anarchy (a melhor que já ouvi no gênero).

Donnie Darko, por Vários
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Pensei que eu fosse gostar mais dessa trilha sonora (que inclui as músicas do longa mais as composições instrumentais de Michael Andrews), já que eu tinha adorado o resultado dela no longa-metragem. Ainda que eu não tenha apreciado tanto, não há dúvidas que é um trabalho muito satisfatório, especialmente na seleção das canções. A música de maior destaque é aquela que pontua a emoção do longa – Mad World, lindamente entoada por Gary Jules e que fica na memória durante um bom tempo. A trilha de Donnie Darko é cult e merece essa rotulação, mais que o filme. A trilha foi sugestão do Wally.

Eternal Sunshine Of The Spotless Mind, por Jon Brion
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Não são apenas as canções de Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças que fazem com que a trilha seja recomendável. Por mais que seja difícil resistir a Everybody’s Gotta Learn Sometimes (a música que pontua o momento mais emocionante do longa) e Light & Day (excelente!), as composições de Jon Brion também têm o seu valor. Elas refletem tudo aquilo que o filme é – diferente e inovador. O álbum, no geral, não é especial e a inspiração está presente em poucos momentos, mesmo assim estamos diante de um trabalho competente. Só não alcançou a qualidade que Michel Gondry conseguiu alcançar.

Half Light, por Brett Rosenberg
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Desculpem-me aqueles qe gostam desse filme, mas eu acho que ele é uma completa porcaria. No entanto, é inegável a grande qualidade do setor musical do longa, supervisionado por Brett Rosenberg. A duração da trilha é um pouco exagerada e certas canções são repetitivas, mas os solos de piano (que sempre me conquistam) são irresistíveis, conseguindo manter uma boa linearidade na qualidade do álbum. Pena que esse bom trabalho tenha sido desperdiçado em um filme tão insatisfatório.